Criação de Governança Ampliada dos equipamentos de saúde da Região Sul da Bahia

amurc_frenteA Associação dos Municípios da Região Cacaueira – AMURC, vem ao longo dos anos defendendo a ampliação dos serviços de saúde na região.

Com a inauguração do Hospital do Cacau e, em breve, da Policlínica do Sul da Bahia, e com o conjunto de equipamentos de saúde já existente, cria-se um escopo capaz de romper com as demandas reprimidas, retirando os pacientes das filas que infelizmente, em alguns casos, levam a óbito aqueles cujo o tempo é essencial para garantir a sua vida.

Em todo o momento em que estivemos trabalhando conjuntamente com a Secretária de Sáude do Estado da Bahia – SESAB, nos posicionamos de forma reiterada na importância da criação de um Grupo de Trabalho – GT, composto por membros da diversas comissões, conselhos, associações e consórcios municipais que tivessem como característica principal a representatividade do setor nos municípios que integram diretamente o território de atuação dos equipamentos supra mencionados.

Buscamos, assim, garantir com esse GT, a construção e a consolidação de uma Governança Ampliada dos equipamentos de saúde da Região Sul da Bahia. Objetivo: permitir a otimização, descentralização, cobertura, eficiência, eficácia e efetividade das unidades de saúde.

Tal procedimento, simples, democrático e republicano de gerir instituições, procedimentos e serviços, nos trará a segurança e a garantia do funcionamento do conjunto, pela sua força de otimização, evitando ações de impulso de um, em detrimento ao outro.

Estamos atentos, solidários e vivos nos debates em busca de garantir o pleno funcionamento desses equipamentos. Para isso encaminhamos ao Secretário e ao Governador do Estado as nossas contribuições, bem como a preocupação quanto às notícias de redução de serviços e equipamentos que, hoje, contribuem significamente para o atendimento aos pacientes da região Sul da Bahia, além daqueles usuários da  Fundação Hospital de Camacan e os da Santa Casa de Itabuna. Estas últimas, notadamente, foram e são de uma valiosa importância institucional e estratégica, sendo referência no que faz.

A região, através das suas instituições e do seu povo, estão atentos. Espera-se, do  Governo do Estado, o diálogo e o equilíbrio para construir a governança. Assim, o planejamento passa a ser ponte para um novo tempo. Tempo este em que acreditamos não haver surpresas quanto à utilização do escopo dos equipamentos de saúde existentes, sem ao menos as representações legalmente constituídas possam opinar e debater o seu uso e destino de forma democrática e participativa.


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