Dia do Trabalho tem protestos, prestação de serviços e shows

O 1º de maio foi marcado por atos contra as reformas trabalhista e da Previdência Social, prestação de serviços ao trabalhador e apresentações de artistas. Nas capitais teve protestos contra as reformas do governo Temer.

Em Itabuna teve show com Luiz Caldas e Lordão em frente a Câmara de Vereadores. O comércio e as empresas voltaram a funcionar normal nesta segunda-feira, dia 02.


Sindilimp questiona atrasos salariais de terceirizados do Estado

anaangelica_sindilimba_06_03_2017Os atrasos salariais dos trabalhadores terceirizados do governo da Bahia, principalmente os que atuam em funções da Secretaria Estadual de Educação, continuam.

A informação foi confirmada pela coordenadora-geral do Sindilimp-BA, Ana Angélica Rebello, no domingo (5). De acordo com a sindicalista, a empresa MA2 “já tem dois meses – janeiro e fevereiro – sem pagar vale transportes, salários e não recolhe o FGTS [Fundo de Garantia por Tempo de Serviço] e nem fornece assistência médica”. Conforme informa Ana Angélica, a situação foi prevista pelo Sindilimp-Ba quando as negociações aconteciam para solucionar os constantes atrasos e não pagamentos de salários dos terceirizados do governo da Bahia.

A coordenadora sindical aponta que não consegue tratar com a MA2. “A empresa é intratável, o Sindilimp deu queixa crime por falsificação de documentação, encaminhou ofício para a Saeb [Secretaria Estadual de Administração] e SEC [Secretaria Estadual de Educação], e existe uma investigação na 10º delegacia do Rio Vermelho contra ela, o estado fez vista grossa e olha aí no que deu. Quem avisa amigo é. Tentei avisar, mas não deram atenção”, salienta.

Para a sindicalista, a situação é mais um caso que retrata a relação entre os funcionários terceirizados e o governo baiano, já que as novas contratações das empresas para atender a Secretaria de Educação foram justamente para resolver as questões de atraso salarial.

“Precisamos criar outro meio para garantir que esses trabalhadores recebam os vencimentos no dia correto. Já ficaram muito tempo sem o dinheiro de seu trabalho e estamos tentando conversar com cada setor para auxiliar no que for preciso. É difícil para os terceirizados não terem uma segurança salarial para poder cumprir com seus compromissos”, completa Ana Angélica Rabello.

ESCLARECIMENTO em 08/03/2017

Ao blog Tempo Presente

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia informa que notificou a empresa MA2, que já regularizou o pagamento dos trabalhadores que prestam serviço nas escolas estaduais.

Assessoria de Comunicação

Secretaria da Educação do Estado da Bahia


Greve na Santa Casa de Itabuna chega ao quarto dia

greve_santa-casa_2017Em Itabuna, conformes os dirigentes do Sintesi, que mantém a organização dos grevistas nos três hospitais da Santa Casa, “70% dos serviços estão parados, mulheres gravidas já estão procurando atendimento em maternidades fora de Itabuna e cirurgias cardíacas estão sendo canceladas, só retornaremos ao trabalho com o pagamento do salário”, afirmam.

A greve dos funcionários é por atraso de salário, o movimento já está no 4º dia. De acordo com a provedoria, a instituição ainda não recebeu o pagamento das faturas dos serviços de alta complexidade referente a dezembro, que deveria ser pago em janeiro/2017, e de janeiro que deveria ser pago no inicio fevereiro/2017. São valores relativos à prestação de serviços aos usuários do SUS – Sistema Único de Saúde, nas áreas de nefrologia, CTI, oncologia, cardiologia entre outras.

Os sindicalistas exigem medidas duras da instituição contra o município, para eles, alguns atendimentos devem parar imediatamente até a quitação da dívida, ou a instituição, como tantas outras pelo país, acumulará déficit negativo e ficará inviabilizada. De acordo com Raimundo Santana, coordenador do Sintesi, “trata se de uma bomba que pode explodir nas mãos dos trabalhadores, isso não permitiremos”, conclui.

O diretor do Sintesi e membro do Conselho Municipal de Saúde, João Evangelista, solicitou uma reunião de urgência para discutir a questão no plenário do conselho, ele disse que o sindicato é parte do controle social, também informou que a direção do Sintesi solicitou audiência entre as partes no MP – Ministério Público.


Trabalhadores do SAC de Ilhéus fazem protesto

Protesto_Sac_ilheus_25_10_2016Na manhã desta terça-feira,25, dezenas de trabalhadores terceirizados que prestam serviços na unidade do SAC de Ilhéus, pararam suas atividades em protesto pelos atrasos de pagamentos dos benefícios trabalhistas que tem direito.

Segundo a coordenação do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Sul e Estremo Sul (Sindilimp), a empresa Sandes responsável pela contração da mão de obra deve vale transporte, vale alimentação e ainda falta pagar férias já tiradas.

O problema atinge além dos terceirizados do SAC de Ilhéus. Outras unidades do órgão do Estado, a exemplo dos SACs de Itabuna e Jequié, os trabalhadores também estão sendo prejudicados.

O dirigente regional do Sindilimp José Carlos Conceição de Jesus, bastante preocupado com a situação, afirmou está cobrando da empresa e conversando com o governo do Estado para resolver. “Estamos empenhados e lutando para garantir os direitos dos trabalhadores dos SACs”, frisou José Carlos.


Terceirizados paralisam atividades no Núcleo de Educação de Itabuna

Protesto_sindilimp_nre_05_10_2016Mais uma vez os trabalhadores terceirizados da rede estadual da educação ocupam a sede do Núcleo Regional de Educação-NRE5 de Itabuna para cobrar do Estado providencias quanto à remuneração dos trabalhadores em atraso. O protesto é coordenado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Sul e Estremo Sul (Sindilimp).

Os terceirizados estão acampados no NRE desde amanhã desta quarta-feira(05) sem prazo pra sair, ao menos que a Secretaria Estadual da Educação-SEC, garanta e faça os pagamentos de salários e tempo de serviço aos centenas de trabalhadores da região. As portas da unidade estão fechadas até a definição de uma solução para os entraves.

De acordo o Sindilimp tem terceirizados que trabalham nas escolas faltando receber salário ainda dos meses de julho e agosto. Uma pequena parte recebeu diretamente da SEC os pagamentos. Eles atuam na limpeza, cozinha, portaria e em serviços administrativos na rede.

“Vamos ficar no NRE 5 até os trabalhadores que ainda não receberam seus salários e seus tempos de serviços das empresas que os demitiram, e que tem direitos, até que sejam efetuados”, garante José Carlos Conceição de Jesus, dirigente regional do Sindilimp.


Terceirizados protestam na visita do governador a Itabuna

protesto_terceir_rui_21_09_2016Dezenas de trabalhadores terceirizados da rede estadual da educação fizeram um apitasso durante a visita do governador Rui Costa a Itabuna, nesta quarta-feira,21, em frente à sede da Embasa.  O protesto pacífico teve como objetivo chamar atenção e sensibilizar Rui para agilizar o pagamento de sálarios.

De acordo representantes Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Sul e Estremo Sul (Sindilimp) “a categoria está indignada com o tratamento dado pelo governo aos terceirizados pela falta de pagamento de salários e os atrasos de vale transporte e vale alimentação por parte das empresas responsável pela contratação”.

“Até mesmo a nova empresa Convic que realizou os novos contratos deve dois meses de salários”, reclama uma trabalhadora terceirizada.  Há informações de que os  contratos em divida, o Estado fará nova contratação direta via o regime especial-REDA.


Dieese alerta para riscos de precarização com reforma trabalhista

Dieese alerta para riscos de precarização com reforma trabalhistaO diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, diz que as mudanças propostas em uma reforma trabalhista até têm um objetivo interessante ao buscar proteção para milhões de trabalhadores que hoje vivem sob um regime precário ou estão na informalidade. Ele citou como exemplo aqueles com contratos de curtíssima duração, por exemplo.

Entretanto, ele também chama atenção para a dificuldade de regulamentação em eventuais novos regimes de contratação. “A intenção do governo pode até ser boa, mas esbarra em dificuldades operacionais muito grandes. Não é simples uma regulamentação que dê proteção a esses trabalhadores contratados sob novos regimes sem que ocorram desdobramentos de precarização para os outros”, diz Lúcio. Ele lembra que o governo tem uma enorme dificuldade para fiscalizar nas empresas determinadas legislações trabalhistas, o que significa que seria muito mais difícil acompanhar a situação de milhões de trabalhadores para garantir que seus direitos sejam cumpridos.

O analista político da MCM Consultores, Ricardo Ribeiro, diz que o problema não é o mérito da reforma trabalhista, mas sim a agenda legislativa, que já está bem cheia. Para ele, na lista de prioridades do governo a mudança nas leis do trabalho está atrás da PEC dos gastos e da reforma da Previdência: “A discussão trabalhista ainda é muito incipiente para ser tomada como uma proposta séria. Já a reforma da Previdência está mais adiantada, tem uma discussão mais madura na sociedade”.

Ele diz que a promessa do governo de negociar com as centrais sindicais é mais uma “conversa protocolar”, já que a possibilidade de acordo é nula. “É irreal achar que haverá diálogo com as centrais.” Ele lembra que a CUT chegou a debater a possibilidade de que o acordado entre patrões e empregados prevaleça sobre a legislação, “mas com esse novo ambiente político que existe no País, a CUT não vai negociar com o governo Temer de jeito nenhum”.( O Estado de S. Paulo)


Vagas no SineBahia em Itabuna esta semana

Inauguração SIneBahia foto Pedro Augusto (2)A unidade  de SineBahia Itabuna, situada na Avenida Inácio Tosta Filho, Centro esta com diversas vagas abertas.

Os interessados deve levar número do PIS, PASEP ou NIS; Carteira de Trabalho, RG, CPF, currículo, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Agente de Microcrédito-Ensino Médio Completo. Experiência não exigida-2 vagas

Auxiliar de Limpeza-Ensino Fundamental Completo. Experiência mínima de 6 meses na carteira-1 vaga

Auxiliar de Linha de Produção-Ensino Fundamental Completo. Experiência mínima de 6 meses na função-4 vagas

Barbeiro-Ensino Médio Incompleto. Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Cabeleireiro– Ensino Médio Completo. Experiência mínima de 6 meses na função. 1 vaga

Cozinheiro de Restaurante – Ensino Fundamental Completo. Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Eletricista de Instalaçõe de Veículos– Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 6 meses na função- 1 vaga

Empacotador, a mão
PCD (Pessoas com Deficiência)– Ensino Fundamental Completo-1 vaga

Esteticista Facial (Designer de Sobrancelhas)- Ensino Médio Incompleto. Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Garçom. Ensino Fundamental Completo.Experiência mínima de 6 meses na carteira
1 vaga

Instrutor de Informática-Ensino Médio Completo. Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Manicure-Ensino Fundamental Completo. Experiência mínima de 6 meses na função-4 vagas

Marceneiro-Ensino Fundamental Incompleto. Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo-Ensino Médio Completo
Experiência não exigida-200 vagas

Representante Comercial Autônomo-Ensino Médio Completo. Experiência mínima de 6 meses na função-2 vagas

Serralheiro-Ensino Fundamental Incompleto. Experiência mínima de 6 meses na função- 1 vaga

Soldador– Ensino Fundamental Incompleto. Experiência mínima de 6 meses na função-2 vagas

Supervisor de Segurança Patrimonial-Ensino Médio Completo
Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga

Vendedor Pracista-Ensino Médio Completo-Experiência mínima de 6 meses na função-1 vaga


Sindicato desmente acusações e diz que mantém negociações para garantir os empregos dos terceirizados

logo sindilimpO Sindicato dos Trabalhadores Terceirizados da Bahia (Sindilimp-BA) reitera seu compromisso com os profissionais que prestam serviço à Rede Estadual de Educação. Nesta quarta-feira (6), em resposta à publicação do site Subúrbio News, a coordenação sindical alertou que as negociações seguem dentro da Secretaria Estadual de Educação e que tem instruído os trabalhadores a manter seus postos de trabalho, porque os contratos com as empresas prestadoras de serviços venceram na última semana e está um batalha conseguir que as novas prestadoras assinem os contratos com as novas cláusulas, incluindo, inclusive, a lei anticalote.

“Não é verdade que abandonamos os terceirizados, isso é uma calúnia. Estamos em negociação e isso tem ocupado todo o tempo da direção. Não concordamos com vários pontos nas negociações envolvendo os pagamentos dos salários atrasados, e até ao Ministério Público a nova direção da Secretaria foi para garantir os pagamentos pelas empresas, que já receberam os repasses. Fomos contra, a princípio, pois esse processo de ir ao MP iria demorar muito. Mas do jeito que está os desmandos das empresas iremos sim junto com a Secretaria solicitar uma mediação do órgão para garantir os pagamentos de salários benefícios e rescisões FGTS não recolhido e 40%. Mas a hora é garantir os empregos”, pontua a coordenadora-geral do Sindilimp, Ana Angélica.

Conforme a direção do Sindilimp, o momento é importante para todas as categorias, e as demissões são fruto justamente por causa da substituição dessas empresas, para se adequarem aos novos regulamentos. O sindicato garante que ninguém será prejudicado. “Estão usando um caso de gestão para fragilizar e atacar politicamente o sindicato. Isso não concordamos. O novo secretário de Educação, o senador licenciado Walter Pinheiro, tem realizado em pouco tempo de gestão, o que não foi feito em mais de 8 anos. Por isso, estamos participando de todas as rodadas de negociações e de todas as reuniões envolvendo os tramites legais até chegar na elaboração e assinatura dos novos contratos de serviços das empresas terceirizadas”.

Todos os contratos com as empresas foram encerrados no dia 30 de junho por força de lei, por isso essa nova reformulação. “O sindicato participa ativamente e compreende que a questão está em andamento e que é preciso de calma e dar um voto de confiança à nova gestão, justamente por resolver questões problemáticas em tão pouco tempo. É uma verdadeira operação de guerra! Ninguém elogiou as empresas, pelo contrário, nossa crítica é justamente por elas não quererem assinar o contrato com a lei anticalote, o que resolveria a questão dos salários atrasados, obrigando a empresa a pagar os vencimentos de imediato”, esclarece Ana. A intenção de Pinheiro é que, até agosto, coloque uma licitação em caráter nacional para que empresas sérias pleiteiem administrar os R$ 600 milhões por ano que paga o governo da Bahia às terceirizadas da Educação.


Sindicato reúne terceirizados e dialoga sobre novos contratos da SEC

Assembleia_Sindilimp_Itabuna_04_07_2016Na manhã desta segunda-feira(04), centenas de trabalhadores terceirizados da educação estadual lotados em escolas de Itabuna, se reuniram na sede do Sindilimp Sul e Extremo Sul. O objetivo foi tratar sobre salários em atrasos e a procedência nos novos contratos de terceirização definidos pelo governo baiano.

Após a finalização dos atuais contratos das empresas de terceirização de mão de obra dia 30 de junho, e a definição das novas empresas no dia 01  de julho, divulgado pela Secretária da Educação estadual, os trabalhadores estão tirando suas dúvidas sobre pagamentos e continuação nas funções.

Em áudio divulgado pelo novo Secretario da pasta Walter Pinheiro, na sexta-feira, ficou claro a preferência do Estado em manter os atuais trabalhadores prestando serviço nas escolas da rede. Devendo fazer o processo de contratação com as novas empresas, onde a partir de agora serão cobertos pela Lei anti-calote, aprovada há quase dois anos na Assembléia Legislativa da Bahia. O que facilitará o pagamento em dia aos trabalhadores.

Para o Sindicato a preocupação no momento é saber quanto a quitação dos salários e benéficos dos terceirizados que em algumas empresas chegam a três meses de atrasos, e sobre quando será feito o pagamento da rescisão contratual. O Sindilimp está atento para garantir os direitos e defender os trabalhadores para que não haja injustiça.