PSDB lança candidatura em tabuna

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) já é oficialmente pré-candidato a prefeito de Itabuna. O que era certo ficou sacramentado nesta quinta-feira (5), quando aconteceu o lançamento da etapa preliminar da campanha, com apresentação também dos nomes do PSDB que disputarão cadeiras na Câmara de Vereadores.

Acompanhado por lideranças políticas locais, estaduais e nacionais, além dos presidentes de partidos com os quais articula a futura coligação e pré-candidatos a vereador, Augusto fez questão de insistir que “Itabuna tem jeito”.

Em seu discurso, o pré-candidato disse que não se apresenta como salvador da pátria e que pretende ganhar a eleição “com a força do trabalho e dos bons projetos”.


Cardozo diz que vai ao STF tentar anular processo de impeachment contra Dilma

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O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, informou hoje (5) que vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir a anulação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff sob o argumento de desvio de finalidade das ações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Hoje, o ministro do STF, Teori Zavascki, concedeu liminar afastando Cunha do mandato de deputado federal e, consequentemente, da presidência da Casa.

“Já estamos pedindo a anulação do processo, vamos pedir novamente. A decisão do STF é uma prova muito importante no sentido de que ele usava o cargo para finalidades estranhas ao interesse público, como aconteceu no caso do impeachment”, disse o ministro da AGU.

Desde a fase do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, Cardozo acusou Cunha de agir por vingança pelo fato de o governo não ter atuado para tentar barrar o processo contra Cunha no Conselho de Ética da Casa. “Cunha ameaçou a presidenta da República [dizendo] que abriria o processo do impeachment se o PT não desse os votos para salvá-lo no Conselho de Ética. O que o Supremo decide hoje é exatamente a demonstração do seu modus operandi”, observou.(Agência Brasil)


Ministro do STF determina afastamento de Cunha do mandato

Perdeu  a validade, dançpurO ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou hoje (5) o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal e, em consequência, da presidência da Câmara.

O ministro atendeu a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que apresentou denúncia acusando Cunha de tentar interferir na condução das investigações da Operação Lava Jato. A decisão é liminar.

A assessoria do deputado Eduardo confirmou que ele recebeu, há pouco, a notificação da Corte. Quem assume a presidência da Câmara é o primeiro vice-presidente Waldir Maranhão (PP-MA), que também é investigado na Lava Jato.(Agência Brasil)


São Caetano recebe primeira reunião do Programa de Governo Participativo

geraldo 2A primeira reunião para discussão do Plano de Governo Participativo (PGP), promovida pelo Partido dos Trabalhadores em Itabuna, será no bairro São Caetano, no próximo sábado (7).

Realizada no espaço Nefertiti (avenida Manoel Chaves, em frente ao Itão), a plenária contemplará, além do São Caetano, moradores do Sarinha, Novo São Caetano, Carlos Silva, Vila Anália, Jardim Primavera, Jaçanã, Santa Clara, Núcleo da Ceplac e Banco Raso.

O PGP é um modelo de construção coletiva do programa de governo que o partido vai protocolar na Justiça Eleitoral, e que deverá ser seguido pelo prefeito, caso eleito. Em Itabuna, o pré-candidato a prefeito do PT é o ex-deputado federal e ex-prefeito Geraldo Simões.

A primeira experiência do PGP foi na eleição do governador Rui Costa, em 2014, e foi tão bem sucedida que foi estendida aos diretórios municipais.“Em Itabuna, diante da situação em que o município se encontra, nada mais justo do que ouvir a população para que ela exponha seus anseios. O PT vai registrar as contribuições que coletar nessas plenárias como o documento norteador de uma eventual administração a partir de 2017”, explica o presidente do PT em Itabuna, Flávio Barreto.

A dinâmica, explica Barreto, será igual à utilizada na eleição para governador. “Os moradores serão divididos em grupos e cada grupo apresentará as sugestões do que considera necessário para sua comunidade. Ao final de cada plenária, todo material será sistematizado e apresentado aos participantes. Também está prevista a participação do pré-candidato Geraldo Simões, que fará um debate de conjuntura com os presentes”.

Flávio Barreto afirma que já está programada a próxima reunião do PGP Itabuna. Será no dia 14, no bairro Nossa Senhora da Conceição. “Ressaltamos a importância da participação de todos nesses eventos. Não é direcionado apenas aos nossos militantes nem mesmo aos possíveis eleitores do companheiro Geraldo Simões, mas é um exercício de cidadania mais do que nunca necessário, para que tenhamos, a partir de 2017, um governo popular e participativo, caso consigamos êxito na eleição, como sempre foram os governos petistas em Itabuna”.


José de Abreu se defende de episódio do restaurante em São Paulo e diz não ao golpe

: Deu no Metrópoles

José de Abreu falou, durante participação no “Domingão do Faustão”, sobre o episódio em que cuspiu em um casal em um restaurante japonês em São Paulo. Mesmo após a repercussão negativa que o ato teve na internet, o ator afirmou que foi a vítima. “Uma atitude que é feita por reação não deve ser levada em conta. A dele (o homem que o agrediu verbalmente) foi pensada, ele poderia ter evitado”, argumentou.

Durante os quase 30 minutos de entrevista, José de Abreu relatou sobre o episódio do restaurante, afirmando que não estava embriagado e que sua reação foi a de “um ser-humano normal”. O ator disse que estava ao lado da esposa quando foi agredido verbalmente. “É muito fácil você petista que rouba dinheiro do povo vir comer em um restaurante japonês. Você é um ladrão filho da puta, eles disseram”, relatou o artista.

O ator também comentou sobre o atual cenário político do Brasil criticando o PMDB. “Impeachment sem crime de responsabilidade, como disse o ministro Marco Aurélio de Mello, é golpe. Querem entregar o país ao PMDB do Rio, esse aí que derruba ciclovia”, atacou. Ele também citou Moreira Franco, que chamou de “braço direito” de Michel Temer.

Zé de Abreu também comparou a polêmica do restaurante a outros episódios de intolerância, citando o caso do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, quando foi hostilizado no Hospital Albert Einstein, e a senadora Gleisi Hoffmann, ofendida por um grupo de manifestantes no aeroporto Afonso Pena de Curitiba no inicio de abril. “É um ódio que foi incutido na cabeça das pessoas como se nós fossemos leprosos. O que precisamos saber é que a corrupção agora esta sendo combatida verdadeiramente no Brasil”.


Geraldo Simões garante mobilização contra o golpe

O ex-deputado federal e pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PT, Geraldo Simões, disse em sua página no Facebook que a Câmara escreveu “uma página triste na história política de nosso país”, ao admitir a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. “Ela não cometeu crime algum”, afirma.

Para Geraldo, mais do que nunca, a luta pela legalidade e contra o golpe, deve ser travada nas ruas. “A partir de agora, a luta será travada no Senado, com o apoio das ruas. A democracia foi golpeada, mas a luta continua”, concluiu.


“Dilma não se curvará e lutará até o fim”, afirma Cardozo

cardosoO ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, disse na madrugada desta segunda-feira que o governo recebeu com “tristeza e indignação” a decisão tomada pela Câmara dos Deputados de autorizar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, mas garantiu que a mandatária lutará até o fim por seu mandato.

O ministro foi escalado pelo governo para dar declarações depois do final da sessão na Câmara dos Deputados, mas afirmou que nesta segunda-feira a própria presidente falará com a imprensa.

De acordo com Cardozo, o governo estuda novas ações no Supremo Tribunal Federal, dessa vez para discutir “a falta de justa causa” para o impeachment, o que será decidido no “momento oportuno”. Apesar de o governo ter perdido o mandado de segurança que impetrou na semana passada, pedindo a suspensão da votação na Câmara por ver vícios no processo, o ministro afirmou que o fato de o STF ter restringido a denúncia apenas às pedaladas fiscais foi bom para o governo.

Em entrevista após a Câmara dar andamento ao processo de impedimento, Cardozo reiterou que a presidente não cometeu crimes de responsabilidade e que a tentativa de impeachment atualmente em curso é um “golpe”.

“A presidente não se abaterá e nem deixará de lutar. Ela não tem apego a cargos, mas apego a princípios. Ela dedicou sua vida à luta por certos princípios, esteve presa na ditadura e não se acovardou, não fugiu da luta e luta pela democracia. Se alguém imagina que ela vá se curvar, se engana”, disse. “Uma pessoa que luta por causas vai até o fim nessa luta para escrever na história que ela não se acovardou.”

Numa votação de durou cerca de seis horas, a Câmara aprovou por 367 votos favoráveis, 137 contra e sete abstenções a admissibilidade do processo de impeachment, que agora segue para o Senado Federal.

Cardozo afirmou que o processo no Senado é diferente da Câmara, por ser um julgamento efetivo, onde será preciso respeitar o direito de defesa, o que ele alega não ter sido feito na Câmara. “Daqui para frente todos os rigores formais de defesa precisam ser respeitados e tudo precisa ser provado”, afirmou.(Reuters)


Câmara ameaça interromper 30 anos de democracia do Brasil, diz Wagner

Agência Câmara / Agência Brasil: Do Brasil 247

O ministro Jaques Wagner, chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, afirmou, em nota, que a aprovação do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados, na noite deste domingo 17, “foi um retrocesso”. “De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país”.

O processo segue agora para o Senado. “Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça”, acrescentou o ministro. Para Wagner, a votação deste domingo “foi uma página triste virada pelos deputados”.

Leia abaixo a íntegra de sua nota, divulgada logo após a decisão:

“Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país.

Caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma, que continua no cargo até o final do julgamento. Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de estado.

Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.

Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.

Os deputados fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza”.

Jaques Wagner


Golpe é ameaça às conquistas sociais, diz Dilma

No mais duro pronunciamento já feito em seu governo, a presidente Dilma Rousseff bateu duro no golpe em curso no País e mandou recados tanto para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como para o vice-presidente Michel Temer.

“Meu nome não está em nenhuma lista de propina”, afirmou Dilma, que disse ser vítima da “maior fraude jurídica e política da história de nossa país”.

Sobre Temer, ela fez um alerta. “Os golpistas já disseram que se conseguirem usurpar o poder será preciso pedir sacrifícios à população brasileira. Com que legitimidade?”.

Ela denunciou ainda a tentativa de entregar a força o pré-sal às empresas estrangeiras e abolir programas sociais, como o Bolsa-Família e o Minha Casa, Minha Vida. “Fora do voto, qualquer governo será a tirania. Tirania dos mais fortes, dos mais espertos, dos mais ricos, dos mais corrutos”.
Veja o vídeo:


Base parlamentar baiana na Câmara fecha acordo pró-Dilma

Rui foi à Brasília articular em favor da presidente - Foto: Adilton Venegeroles | Ag. A TARDEOs 24 deputados federais da Bahia que integram a base do governo confirmaram, nesta quinta-feira, 14, em Brasília, que vão votar em bloco contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff no próximo domingo, 17.

A unidade da bancada baiana foi declarada durante um jantar com a presença do governador Rui Costa e do ministro-chefe do gabinete pessoal da presidência da República, Jaques Wagner.

O endereço para costurar o acordo não podia ser mais emblemático: o apartamento do deputado Ronaldo Carletto, localizado na Asa Sul da Capital, cujo partido, o PP, fechou questão esta semana pelo afastamento da presidente Dilma. Mas lá, estavam todos os pepistas: Carletto, Cacá Leão, Mário Negromonte Jr. e Roberto Brito.(A tarde)