“O sonho não pode ser só de um”, afirmou Lenildo em sua primeira Live com o reitor da UESC prof. Alessandro Santana

live_lenildo_alessandro_30_06_2020Na noite desta terça-feira, 30, o ex-prefeito do município de Ibicaraí Lenildo Santana estreou na Live e teve como convidado o economista e reitor da UESC prof. Alessandro Santana. Se referindo aos projetos de gestão dos municípios apresentados para o pleito eleitoral deste ano disse que “o sonho não pode ser só de um, tem que ser de todos”.

Com a experiência de 8 anos à frente do município de Ibicaraí o também economista e professor Lenildo Santana mediou o debate sobre o tema “A economia local no pós Covid: o desafio dos municípios”. Durante mais de 60 minutos foram apresentadas as possibilidades de desenvolvimento socioeconômico tendo os investimentos e estímulos na educação e na agricultura familiar como alternativas, além da participação popular.

Alessandro Santana disse que além das questões da saúde, educação e ambiental, “é necessário hoje Lenildo trabalharmos com a agenda e planejamento”. O economista acrescentou que “qualquer pessoa que vai exercer uma função pública, um cargo de gestor, tem que apresentar a comunidade um planejamento, esse planejamento deve ser cada vez mais participativo e democrático, a escuta é um exercício fundamental na democracia”.

Pensar a cidade e o município não como um problema mas como espaço de solução é um dos desafios para as lideranças políticas e para toda a população na implementação das políticas públicas de forma conjunta. “É preciso que a gente se preocupe com a cidade do mesmo jeito que a gente se preocupa com a nossa a casa, com a nossa família, com a nossa vida”, destacou Lenildo, pré-candidato a prefeito de Ibicaraí.


Bolsonaro banaliza mortes por Covid-19: “é o destino de todo mundo”

Jair Bolsonaro e covas para mortos por coronavírusNo dia em que o Brasil registrou um novo recorde desde o início da pandemia do coronavírus – mais 1.262 mortes em 24 horas -, Jair Bolsonaro tratou com desprezo vítimas e familiares de pessoas que morreram em decorrência de Covid-19.

Solicitado por uma apoiadora a dar uma palavra de consolo aos “enlutados” por mortes durante a pandemia, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro respondeu: “Eu lamento todos os mortos, mas é o destino de todo mundo”.

Antes, após um pedido para “uma palavra de conforto nessa hora”, Bolsonaro havia dito: “Pode ter fé e acreditar que a gente vai mudar o Brasil”. (Brasil 247)


Folha e Globo suspenderam cobertura na porta do Palácio do Alvorada

Folha e Globo suspendem cobertura na porta do Alvorada por falta de segurançaA Folha de São Paulo e o Grupo Globo suspenderam temporariamente a cobertura jornalística na porta do Palácio do Alvorada, até que “o Palácio do Planalto garanta a segurançaa dos profissionais de imprensa”.

Apoiadores de Jair Bolsonaro hostilizam jornalistas, numa pra?tica que tem sido recorrente na porta da reside?ncia oficial, de acordo com matéria da Folha de São Paulo.

“Como animosidade dos militantes tem sido crescente, e sem que haja providências por parte das autoridades para proteger os jornalistas”, disse comunicado do vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo ao ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno.

Nesta segunda-feira (25), manifestantes bolsonaristas ficaram atra?s de uma grade e gesticulam e gritam contra a imprensa que estava no local.

“Sem vergonha. Vocês não mostram a realidade!”, disse outra mulher. “Eu não sei como vocês conseguem dormir à noite. Vocês não representam a população brasileira! Mídia comunista, comprada! Cambada de safados!”, gritou um homem. (Bahia Noticias)


Senador quer adiar eleições municipais para dezembro por causa da Covid-19

Candidato à presidência do Senado, Randolfe Rodrigues diz que ...O senador Randolfe Rodrigues (Rede), líder da minoria no Senado, apresentou, na sexta-feira (15), uma Proposta de Emenda à Constituição que adia em dois meses as eleições municipais em decorrência das medidas para o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

A proposta prevê que o pleito que elegerá prefeitos, vice-prefeitos e vereadores seja adiado para o dia 6 de dezembro deste ano -atualmente, está previsto para ocorrer no dia 4 de outubro.

Na PEC apresentada, ficam preservados o período dos respectivos mandatos, bem como a data da posse. A realização do segundo turno, nos municípios em que houver necessidade, ocorreria no dia 20 de dezembro deste ano.

A proposta também autoriza o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a promover a revisão do calendário eleitoral e a proceder aos ajustes na aplicação da legislação infraconstitucional.

No texto, o senador ressalta que, dependendo da evolução do coronavírus no país, será necessário estabelecer outras formas de realização da campanha eleitoral.


Partidos de esquerda vão assinar pedido de impeachment contra Bolsonaro

LulaO PT coordena esforços com o PSOL para apresentar o pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro, contando com o respaldo de cerca de 300 entidades que representam a sociedade brasileira em seus mais diversos setores. Os responsáveis pela iniciativa ainda não definiram a data para o lançamento do texto.

O  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em uma rede social que Bolsonaro atua com a ideia de endurecer cada vez mais, para instaurar um governo autoritário. E insta o presidente da Câmara a colocar o impeachment em votação. Lula considera que o Brasil não aguenta três meses do jeito que está sendo governado.

Por seu turno, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirma que está se formando um consenso dentro da legenda de que chegou a hora de o PT colocar na rua um bloco amplo de forças a favor do impeachment.

Outros partidos de centro-esquerda, como Rede, PDT e PSB formalizaram pedidos de abertura de um processo de afastamento na Câmara.

O PCdoB ainda não definiu se irá apoiar o pedido de impeachment. O deputado Orlando Silva, embora considere que a indignação com o governo de Bolsonaro seja geral, acha que é  não basta constatar que Jair Bolsonaro cometeu crime. O deputado considera que a proposta vai cair no vazio pois os partidos de esquerda e as entidades dos movimentos populares e democráticos vão propor o impeachment sabendo que não haverá encaminhamento na Câmara. Orlando Silva opina ainda que Bolsonaro vai se vitimizar para esconder a própria incompetência, informa a Folha de S.Paulo.


Bolsonaro ameaça: se governador não cumprir decreto, AGU vai tomar a devida medida

João Doria, Rui Costa, Wilson Witzel, Flávio Dino, Paulo Câmara e Jair BolsonaroJair Bolsonaro disse que Advocacia-Geral da União (AGU) vai intervir para que os governadores e prefeitos cumpram o decreto assinado por ele ontem, que incluiu na lista de atividades essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus, salões de beleza e academias.

“Se porventura o governador disser que não vai cumprir, a AGU vai tomar a devida medida. Quando qualquer um de nós achar que uma lei ou decreto está exagerado, tem a Justiça ou o parlamento. Nós definimos quais eram as profissões essenciais. Fora daquilo, os governadores e prefeitos tomam as próprias providências. Aí entra em descumprimento de uma norma. Tem a ver com descumprimento, a AGU vai se empenhar para que aquele governador cumpra o decreto”, bravateou Bolsonaro.

Governadores de diversos estados, como Ceará, Maranhão, Bahia e São Paulo, já anunciaram que as medidas de isolamento estão mantidas e que não haverá alteração no rol de atividades essenciais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também já debateu o tema e reforçou o que diz a Constituição sobre a autonomia dos Estados e Municípios na tomada de medidas contra a pandemia.

No entanto, Bolsoanro continua a tratar com deboche a questão e diante do gradil do Alvorada, disse que a imprensa deveria sugerir outras profissões que entrariam neste rol de atividades essenciais.

“Se vocês quiserem me dar uma ideia… A questão de emprega interessa a todos nós. Se vocês da imprensa tiverem alguma sugestão de outra profissão que mereça ser classificada como essencial, a gente estuda e decide. O decreto é rápido”, afirmou.(do Brasil 247)


Justiça determina prazo de 72h para Bolsonaro explicar mudança na PF do Rio

Justiça determina prazo de 72h para Bolsonaro explicar mudança na PF do RioA Justiça do Distrito Federal, por meio da 8ª Vara Cível, determinou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, terá 72h para explicar a troca no comando da Polícia Federal no Rio de Janeio.

Nesta quarta-feira (06), o delegado Tácio Muzzi foi escolhido para substituir Carlos Henrique Oliveira na superintendência do Rio. Oliveira vai assumir o comando de novo diretor-executivo da PF. A Polícia Federal do Rio é responsável por investigar o caso do assassinato de Marielle Franco.

A troca foi feita pelo novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza, que substituiu Maurício Valeixo, em episódio que terminou com o pedido de demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública.


Juca Kfouri: ninguém tem o direito de se dizer enganado por Bolsonaro

Juca Kfouri e Jair BolsonaroO jornalista e comentarista de futebol e política Juca Kfouri falou à TV 247 que responsabiliza Jair Bolsonaro e todos aqueles que o apoiaram para chegar ao poder pelas mortes por Covid-19 no Brasil.

Ele ressaltou que não há como se dizer enganado por Bolsonaro, porque ele sempre foi aquilo que se mostrou ser. “Evidente que quando esse genocida, esse psicopata que mora em Brasília, diz que vão ‘jogar as mortes no meu colo’, ele não em razão alguma em dizer isso, porque as mortes têm que ser jogadas no colo dele mesmo. Evidentemente ele é responsável pelas mortes, e evidentemente o governador de São Paulo, o governador do Rio de Janeiro estão fazendo o que devem fazer, e fazer o que deve fazer é fazer a obrigação, mas eles também serão responsáveis pelas mortes. Eles são fartamente responsáveis pela eleição do Bolsonaro, disto os democratas não podem se esquecer”.

“Os democratas não podem esquecer do ‘Bolsodoria’, do Witzel ‘tiro na cabecinha’, não podem esquecer, fazem parte da mesma tramóia para chegar ao poder. Não me venham com a conversa de que foram enganados, porque precisava ser muito inocente para ser enganado. Ninguém foi enganado”, completou. (Brasil 247)

Caio Ribeiro e Raí (mais…)


Celso de Mello abre inquérito no STF contra Jair Bolsonaro

O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal decidiu autorizar a abertura de inquérito para investigar as declarações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que “o objetivo é apurar se foram cometidos os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.”

A matéria ainda relata que “integrantes do Ministério Público Federal (MPF) apontam que, como Aras pediu ao STF a apuração do crime de denunciação caluniosa e contra a honra, o inquérito pode se voltar contra Moro, caso as investigações não confirmem as acusações.”

Leia também reportagem do Conjur sobre o assunto:

O Presidente da República deve estar sujeito às consequências jurídicas e políticas de seus próprios atos e comportamentos. O Presidente da República — que também é súdito das leis, como qualquer outro cidadão deste país — não se exonera da responsabilidade penal emergente dos atos que tenha praticado.

Com esse entendimento, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de um inquérito para apurar as declarações feitas pelo ex-juiz federal Sergio Moro ao anunciar sua demissão do Ministério da Justiça.

Na decisão desta segunda-feira (27/4), o ministro decidiu abrir inquérito contra a conduta de Moro e do presidente Jair Bolsonaro. A fundamentação vai no sentido de afastar qualquer obstáculo à investigação do presidente da República. Ou seja, o presidente pode ser penalmente responsabilizado por atos relacionados ao exercício da função e o quórum de 2/3 é da Câmara dos Deputados só é exigido para abertura de ação judicial contra o presidente e não para sua investigação policial.

Na sexta-feira (24/4), Moro afirmou que Bolsonaro exonerou o diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, porque queria ter alguém do “contato pessoal dele [na PF] para poder ligar e colher relatórios de inteligência”. “O presidente me falou que tinha preocupações com inquéritos no Supremo, e que a troca [no comando da PF] seria oportuna por esse motivo, o que gera uma grande preocupação”, afirmou o ex-juiz.

A decisão do decano acolhe pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. Celso de Mello entendeu que os crimes supostamente praticados por Jair Bolsonaro, conforme narrado por Moro, podem ser conexos ao exercício do mandato presidencial. De acordo com o decano, essas são circunstâncias que conferem plena legitimação constitucional ao procedimento investigatório.

O ministro também concede à Polícia Federal prazo de 60 dias para realização de diligência, intimando assim o ex-ministro Sérgio Moro para atender à solicitação feita pelo órgão.

Pedido da PGR

De acordo com o PGR, as declarações de Moro podem resultar em, pelo menos, oito crimes: falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, aponta o PGR.

Especialistas consultados pela ConJur afirmam que as declarações de Moro, em tese, podem fazer o presidente Jair Bolsonaro responder a processo de impeachment e ação penal por crimes de responsabilidade e comuns.

As declarações de Moro motivaram o envio de uma notícia-crime contra o presidente ao STF, na sexta (24/4). Na Câmara, até o final de semana, restavam 29 pedidos de impeachment a serem apreciados pelo presidente, deputado federal Rodrigo Maia. Três deles protocolados após a coletiva do ex-ministro. (Brasil 247)


Novo chefe da PF passou o réveillon com Carlos Bolsonaro

Acredite se quiser: o novo chefe da Polícia Federal, Alexandre Ramagem, passou o réveillon com Carlos Bolsonaro, o filho de Jair Bolsonaro que comanda o “gabinete do ódio”, estrutura paralela ao governo que dissemina mentiras, discursos de ódio e ataques às instituições. Isso significa que, em vez de investigar, Ramagem poderá proteger Carlos Bolsonaro, que, hoje mesmo, foi identificado como chefe do esquema de fake news. A revelação foi feita pelo deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ.

A Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores da esquema criminoso de disseminação de fake news e ataques a autoridades, no inquérito conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o jornalista Leandro Colon, da Folha de S. Paulo, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF Mauricio Valeixo, homem de confiança do ex-ministro Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho.

“Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A PF também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP”, afirma Colon. (Brasil247)