FTC realiza campanha de arrecadação de agasalhos em Vestibular solidário

ftc-novaFormar profissionais conscientes de seu papel social é um compromisso da Rede FTC com a sociedade e, agora, os vestibulandos da instituição também são convidados à pratica da empatia. A campanha “Vestibular Solidário” propõe que o candidato a uma das vagas de graduação doe, no dia do vestibular, um agasalho ou cobertor que, depois, será destinado a quem mais precisa.

O candidato poderá entregar suas doações na unidade FTC em que vai realizar a prova de vestibular, marcada para o dia 26 de maio. Os donativos arrecadados serão destinados a uma instituição previamente selecionada pela Rede FTC. Em Itabuna, as doações serão destinadas ao Albergue Bezerra de Menezes, que atende pacientes com distúrbios mentais, idosos, e adultos com deficiência, localizado no bairro Antique.

Quem esquecer ou não puder participar dessa corrente de solidariedade não vai ficar de fora do processo seletivo que esse ano oferece 300 bolsas de até 100% em todos os cursos, exceto Medicina. “A participação do estudante não está condicionada à doação. Cada um é livre para participar da ação como puder, nós apenas convidamos nossa comunidade a se movimentar pelo bem do próximo e exercitar a empatia e a responsabilidade social, valores muito importantes para todos nós da FTC”, explica, Milena Oliveira, diretora de Marketing Integrado da Rede FTC, responsável pela idealização da campanha.

As inscrições para o processo seletivo da Rede FTC seguem abertas até o dia 23 de maio e podem ser realizadas através do portal da instituição. Para informações sobre a política de bolsas e sobre as vagas ofertadas por cada campi, o candidato deve conferir os editais do Vestibular Tradicional no link https://www.ftc.br/vestibular/

Serviço – Vestibular Solidário Rede FTC

Quando: 26/05, às 9h

Onde: FTC Itabuna – Praça José Bastos, n. 55 – Centro

Inscrições e Informações: https://www.ftc.br/vestibular/


UESC terá a primeira turma mista de estudantes e professores estrangeiros e nacionais

uescPela primeira vez a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) vai sediar uma disciplina de pós-graduação com uma turma mista de estudantes e professores estrangeiros e nacionais.

Segunda-feira, (20), a UESC recebe a turma da disciplina “Produção de conhecimentos interdisciplinares”, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA), em reunião com a Promotora da Base Ambiental de Ilhéus, MP-BA, Aline Salvador, a representante do Instituto Nossa Ilhéus, Maria do Socorro Mendonça e o professor Rui Rocha, (DCAA/UESC).

De acordo com a professora Romari A. Martinez, a reunião vai acontecer na sala da Base Ambiental do MP-BA, no campus Soane Nazaré de Andrade, às 13h30min. A disciplina é resultado do convênio entre a Universidade de Colorado-Boulder(UCB) e a UESC, e será ministrada pelos professores Colleen Scanlan-Lyons e Peter Newton (UCB, cadastrados como professores da UESC) e a professora Romari Martinez (DFCH-UESC).

“Produção de conhecimentos interdisciplinares”, conta com alunos regulares do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) e discentes especiais da Universidade de Colorado-Boulder, vindos à Ilhéus para participar das aulas, que serão ministradas de forma intensiva do dia 19 ao dia 25 de maio, com aulas de campo, reuniões com lideranças locais e visitas técnicas.

Fotos: Professora Romari Martinez


Reitora e Vice-Reitor da UFSB participam de ato em defesa das UFES e IFES na Assembleia Legislativa da Bahia

ato-em-defesa-assembleia-2Hoje (13/05), a Reitora da UFSB, profª. Joana Angélica Guimarães, e o Vice-Reitor, prof. Francisco Mesquita, participaram do ato em defesa das UFES e IFES na Assembleia Legislativa do Estado. As atividades aconteceram desde o início da manhã, quando Reitores e Vice-Reitores reuniram-se na UFBA com a bancada parlamentar baiana, com manifesto apoio às instituições federais de ensino superior.

Além dos(as) Deputados(as), fizeram-se presentes comitivas das universidades e institutos técnicos federais baianos. Na oportunidade, a casa manifestou apoio às instituições federais de ensino frente ao corte de 30% estabelecido pelo MEC. “Não é possível defender um projeto de nação sem defender as universidades públicas”, disse a Deputada Olivia Santana (PCdoB), propositora da atividade na Assembleia Legislativa da Bahia.

A manifestações dos Reitores e Reitoras foi unânime contra o corte, prejudicial não apenas para as instituições, mas para a comunidade de forma geral. Para o Reitor da UFBA, Prof. João Salles, “não se trata só de uma questão orçamentária, o momento é um divisor de águas, pois cada um de nós está sendo desafiado em sua biografia a defender a universidade, bem de todos”.

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Secretaria da Educação convoca 147 professores indígenas

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia divulgou no Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (10), a lista com a convocação de 147 professores indígenas, que participaram dos processos seletivos realizados em 2017 e 2019.

Os professores serão contratados temporariamente, em caráter emergencial, pelo Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). A lista dos convocados está disponível no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br).

Formatura de Professores Indigenas - foto. Claudionor Jr (13)

A seleção atende a uma reivindicação do movimento indígena e contribui para fortalecer a Educação Escolar Indígena que, conforme a Política Nacional de Educação Escolar Indígena, busca efetivar o direito dos povos indígenas a uma educação de qualidade, valorizando a pluralidade cultural e a identidade étnica. A Bahia tem 22 etnias e a rede estadual de ensino conta com 6.945 estudantes indígenas, em 27 escolas indígenas e 48 anexos.


Enem 2019 já tem 3 milhões de inscritos

enem-logoA edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já atingiu a marca de 3 milhões de inscritos. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Educação e contabiliza os inscritos até as 22h de ontem. As inscrições foram abertas no último dia 6 e vão até o dia 17 de maio, pela internet. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Do total de inscritos, 63% estão isentos do pagamento da taxa de inscrição. A taxa para o Enem é de R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio. O participante terá até 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.Agência Brasil


Estão abertas inscrições para o Mestrado Profissional em Enfermagem, na UESC

uesc-frenteAs inscrições para a seleção de candidatos para o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem – PPGENF, nível Mestrado Profissional, vinculado ao Departamento de Ciências da Saúde (DCS), da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) estão abertas até o dia 21 de maio de 2019. Informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no site da Uesc (www.uesc.br), item: Editais.

O Programa de Pós-Graduação é destinado a enfermeiros em exercício na rede pública ou privada de Saúde ou docentes e demais funcionários do quadro efetivo da UESC. A linha um de pesquisa do Mestrado Profissional trata do “Cuidar em Enfermagem no processo de desenvolvimento humano”. O objetivo é promover conhecimento sobre o cuidado e educação em enfermagem no processo de desenvolvimento físico mental da pessoa em todas as fases da vida. Estuda as condições que interferem na saúde da criança, mulher, adolescente de pessoas adultas e idosas, considerando as múltiplas vulnerabilidades.

Já á linha dois foca “Gestão, Planejamento e Processos de organização do cuidado em Enfermagem e Saúde”. Abrange estudos dos sistemas, serviços, processos organizacionais e de educação para o cuidado em enfermagem e saúde, o desenvolvimento de políticas públicas, gestão, gerenciamento e governança para a melhoria da qualidade da atenção e do processo de trabalho em saúde e enfermagem.


Nota da UFSB sobre corte de 30% no orçamento

UFSBNesta semana, o Ministério da Educação anunciou o corte de 30% do orçamento de todas as universidades federais brasileiras. A Universidade Federal do Sul da Bahia teve bloqueio de 38% no orçamento de custeio e capital, recursos utilizados para pagamentos de despesas básicas como água, energia elétrica, bolsas de iniciação científica e extensão, contratos de pessoal terceirizado, limpeza, vigilância, motoristas, aquisição de equipamentos para equipar salas de aula e laboratórios. São despesas sem as quais a universidade terá muita dificuldade em manter suas atividades.

A UFSB é uma universidade muito jovem, com menos de 5 anos de funcionamento. Isso faz com que haja necessidade de um aporte grande de investimentos em infraestrutura. No momento, temos 3 obras em andamento nos nossos três campi: Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Em razão do corte, há o risco concreto de sermos obrigados a paralisar essas obras, o que implica em enorme prejuízo pois, ao interromper os contratos, além dos atrasos no planejamento institucional, a universidade será obrigada a arcar com pesadas multas para as empresas contratadas, além da deterioração das obras quando de sua futura retomada.

Dispomos hoje de um quantitativo de cerca de 4.500 alunos, incluindo os que ingressaram em 2019. Portanto, as obras em processo são de fundamental importância para a consolidação dos cursos que já estão em andamento, além de outros que planejamos ofertar. Ao lado das atividades de ensino de graduação, temos hoje 4 programas de Pós-Graduação stricto sensu e 6 programas lato sensu que atendem uma quantidade significativa de pessoas que precisam dessa formação.

O orçamento da UFSB empenhado em 2018 foi de R$ 113.096.371,32, incluindo folha de pagamento dos servidores. Tais recursos constituem, inegavelmente, importante vetor para o desenvolvimento regional, já que estão sendo injetados nas regiões Sul e Extremo Sul da Bahia.

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UFBA presente: O que fazer?

naomarPor Naomar de Almeida Filho

O ministro da educação anunciou esta semana profundo corte no custeio de três universidades federais, incluindo a Universidade Federal da Bahia (UFBA), que estariam fazendo “balbúrdia” e por deficiências em desempenho acadêmico.

Não satisfeito, ameaçou estender a medida a uma quarta universidade, pelas mesmas alegadas razões. Houve imediata reação da academia, da mídia, de parlamentares e de entidades representativas da sociedade, denunciando flagrantes ilegalidades em tal procedimento. Fazer da gestão do orçamento público instrumento de discriminação institucional, punição ideológica ou retaliação política é crime de improbidade. Mais ainda no caso de universidades públicas, protegidas em sua autonomia pela Constituição Federal. Por outro lado, demonstrou-se à larga que, pelo contrário, as instituições ameaçadas destacam-se justamente por extraordinários indicadores de melhoria de desempenho, em muito superando a média nacional.

De fato, as universidades punidas estão entre as instituições brasileiras que mais aumentaram sua produção científica na última década, conforme dados da Web of Science, base internacional usada no Ranking de Universidades da Folha de São Paulo (RUF).

Gostaria de focalizar o caso da UFBA. Aqui, o anunciado bloqueio de 37 milhões de reais sem dúvida inviabilizará o funcionamento pleno da instituição antes do final deste ano. Levantou-se a hipótese de que estaríamos sendo punidos por ter sediado o Fórum Social Mundial, além de outros eventos e manifestações legítimas da sociedade democrática. Considerando recentes desmandos do atual governo, essa hipótese é bastante plausível.

Contudo, a informação de que a UFBA tem déficit ou piora em desempenho é simplesmente mentirosa. Graças a políticas públicas que, durante os governos do Presidente Lula, tendo o Professor Fernando Haddad como Ministro da Educação, culminaram com o Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), a UFBA cresceu e ampliou sua qualidade, tornando-se maior e melhor. Antes do REUNI, éramos uma universidade de médio porte, com 1.900 docentes, oferecendo 55 cursos de graduação e 61 de pós-graduação para menos de vinte mil estudantes. Dez anos depois, a UFBA tem mais de 45 mil estudantes, matriculados em 105 cursos de graduação e 136 de pós-graduação, com quase 3 mil professores.

Em nota oficial, a Reitoria da UFBA informa que hoje somos a 1a universidade do Nordeste, a 10a brasileira e a 30a da América Latina, no ranking Times Higher Education, que avalia 1.250 universidades de 36 países. No RUF, que avalia qualidade do ensino, percepção do mercado de trabalho, internacionalização, inovação e pesquisa, a UFBA foi considerada a 14a melhor entre as 196 universidades brasileiras. Entre as federais, é a 9a em colaboração internacional e 11a em colaboração com empresas.

Dados do próprio MEC mostram que índices de qualidade dos cursos de graduação, medidos pelo ENADE, vêm crescendo na UFBA de modo consistente desde 2006; recentemente, no triênio 2015-2017, ultrapassamos a nota 4. Na pós-graduação, a UFBA é a terceira instituição brasileira com mais programas com notas acima de 4 na avaliação Capes. O mais notável é o crescimento de 17 para 54 doutorados no período. Como resultado, a UFBA mais que dobrou sua produção científica entre 2008 e 2017, tornando-se a 12a universidade brasileira que mais publica em periódicos de impacto e a 9a em índices de acesso na plataforma Scopus.

Um dia depois, em meio a uma onda de críticas, o Ministério da Educação comunicou que esse bloqueio orçamentário será estendido a todas as IFES. Alguns analistas avaliam que houve recuo estratégico do governo, com a intenção de prevenir eventuais processos na justiça contra medidas ilegais de uma gestão pública antidemocrática.

Tenho outra opinião. Trata-se de uma ação estratégica, mas de modo algum significa recuo. Há lógica nessa insanidade. A meta definida pela equipe econômica foi um corte de quase 6 bilhões do orçamento do MEC. Evidentemente, se o governo pretende reduzir ao máximo o financiamento de toda a rede federal de ensino superior, operadora de uma das maiores políticas públicas de inclusão social da história brasileira, por que motivo iriam bloquear somente 100 milhões de custeio em apenas quatro universidades? E mais: por que declarar com detalhes e clareza que, nesses casos, tal medida se faria como retaliação política? Por terem, segundo dirigentes do MEC, realizado eventos por eles considerados como partidários? E a descrição semi-oficial desses supostos eventos é totalmente non-sense: gente pelada fazendo balbúrdia em festas campesinas nos campi universitários. Desde quando isso tem a ver com partidos políticos?

Minha hipótese: trata-se de grosseira provocação, premeditada e truculenta. Demonstram com isso que querem o acirramento da crise política, atiçando e provocando aqueles que, segundo consta nos registros da pseudociência, fazem parte de uma conspiração nacional, internacional e interplanetária de marxistas culturais. Adorariam, por exemplo, contar com uma greve geral nacional das universidades públicas, enfim paralisando aulas (de suposta doutrinação comunista) e pesquisas (que acham irrelevantes), que não encontrará qualquer mesa de negociação, mas será enfrentada com corte de salários, guerrilha psicológica em redes sociais, repressão policial e chantagem jurídica. Se tal ocorrer, tentarão desmoralizar o sistema público de educação superior perante aqueles segmentos da sociedade que supõem ser sua base de apoio, resultando em ainda mais espaço ao setor empresarial no campo da educação. É triste constatar que, neste momento difícil de nosso país, uma perigosa tormenta está se formando. (mais…)


Com corte de R$ 24 milhões do MEC, Ifba só tem como pagar contas até setembro

Depois de cortar 30% da verba da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o Ministério da Educação (MEC) bloqueou 38% do orçamento do Instituto Federal da Bahia (Ifba) nesta sexta-feira (3). Com a redução, a escola perderá R$ 24 milhões este ano.

O reitor do Ifba, Renato da Anunciação, afirma que ficou sabendo do bloqueio quando abriu o sistema que dá acesso à informações sobre as verbas das instituições federais.

“A gente tinha uma noção que podia acontecer esse bloqueio por causa do corte de 24% que o MEC teve, mas não fomos informados pelo ministério”, disse o reitor.

Se o corte for mantido, segundo Renato, o instituto não terá como pagar despesas básicas, como água, luz e vigilância.

“As contas não se pagam sozinhas e nós gastamos muito com vigilância e outras despesas permanentes. Esse bloqueio pode causar um impacto muito grande pra escola […] A gente só vai conseguir pagar as contas até o mês de setembro”, declarou o professor.

O IF Baiano também sofreu redução de verbas. Em nota, o instituto informou que perdeu 30% do orçamento total deste ano.

Na publicação, o Ifba diz que para se adaptar aos cortes, a instituição deverá realizar uma revisão geral das ações que envolvem orçamento de custeio, tais como: reuniões, cursos de capacitação, eventos e viagens

Os contratos continuados, como os serviços de conservação e vigilância também deverão ser revisados, assim como os custos com as unidades educativas de produção deverão ser diminuídos.(Bahia.BA)


Convênio entre Amurc e Uesc viabiliza Mestrado para professores da Educação Básica

luciano-veiga-emilia-peixoto-vieira-e-george-rego-albuquerque-1Os professores licenciados que atuam na Rede Básica de Educação (Infantil ao Ensino Médio) no Sul da Bahia, terão a oportunidade de ingressar no Programa de Pós-Graduação stricto sensu modalidade Mestrado Profissional em Educação (PPGE), com o foco em Alfabetização e Práticas Pedagógicas, e Políticas Educacionais e Gestão Escolar, que será oferecido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), a partir de um convênio firmado nesta quinta-feira, 2, com a Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano (Amurc).

Segundo a coordenadora do Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Educação (PPGE/UESC), Emília Peixoto Vieira, o PPGE tem por finalidade “atender a formação continuada de docentes da educação básica da Bahia, graduados em licenciaturas, buscando aperfeiçoar sua prática docente, o processo de aprendizagem, a construção do conhecimento e a intervenção político-pedagógico dos profissionais da educação nos cenários local, regional e nacional”.

Para a parceria firmada com a Amurc, a Uesc vai oferecer aos municípios associados a entidade municipalista, o ingresso de professores licenciados em uma turma específica no mês de agosto deste ano. Será aberto um edital especial, a partir do convênio celebrado entre as instituições, em seguida, os professores participarão de um processo seletivo composto pelas seguintes as etapas de: Pré-Projeto de Pesquisa; Prova e Entrevista.

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