Salário mínimo será de R$ 954 a partir de 1° de janeiro

dinheiroO salário mínimo em 2018 será de R$ 954, conforme decreto assinado hoje (29) pelo presidente Michel Temer. O novo salário valerá a partir de 1º de janeiro. O decreto sairá em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira.

O valor divulgado é R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965. O salário-mínimo atual é de R$ 937. O reajuste de 1,81% segue a previsão do Índice de Preços ao Consumidor (INPC). Da Agência Brasil.


Saque do abono salarial ano-base 2015 até esta quinta

carteira-de-trabalhoTermina nesta quinta-feira (28) o prazo para saque do abono salarial ano-base 2015 pelos trabalhadores. Até o fim de novembro, 1,4 milhão de brasileiros com direito ao benefício ainda não tinham sacado o dinheiro. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), não haverá prorrogação do prazo.

Quem trabalhou na iniciativa privada em 2015 pode retirar o dinheiro em qualquer agência da Caixa Econômica Federal ou em uma casa lotérica. Servidores públicos devem procurar o Banco do Brasil. Cada trabalhador recebe valor proporcional ao número de meses trabalhados formalmente naquele ano. Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou por seis meses, por exemplo, recebe metade do valor. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937. (Agência Brasil)


Juceb vai unificar tabela de preços

A partir de 2 de janeiro de 2018, a Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb) estará unificando as tabelas de preços, reduzindo o valor cobrado para os serviços prestados no interior do Estado e equiparando àqueles cobrados na Capital. Através dos escritórios regionais os clientes têm a liberalidade de protocolar seu ato a ser levado a registro sem precisar se deslocar para a capital, proporcionando maior conforto e comodidade àqueles que utilizam os serviços de Registro Público Mercantil.

Atualmente, a tabela de preços para os serviços prestados no interior do Estado têm o valor maior do que aqueles prestados na capital, no intuito de custear a operação e manutenção dos postos de atendimento. Caso o cliente opte por utilizar um dos Escritórios Regionais, a entidade responsável pelo seu funcionamento poderá cobrar uma taxa de até R$60,00 (sessenta reais) por ato protocolado, para fins de custeio da operação e manutenção do mesmo.

Este modelo também é utilizado por outras Juntas Comerciais do país, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e tem a capacidade de adequar a relação entre as autarquias e os escritórios regionais aos ditames da Lei Federal 13.019/2014, denominada Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – MROSC, tendo sido, inclusive, indicado pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE como o instrumento hábil para regular a parceria.

Hoje, a Juceb, com apoio de entidades parceiras (Associações Comerciais, Câmaras de Dirigentes Lojistas – CDLs, sindicatos, etc.), mantém 34 (trinta e quatro) Escritórios Regionais espalhados pelo interior do Estado.


Empresas brasileiras se destacam com games no mercado internacional

Responsável por movimentar bilhões no mundo, a produção de games começa a se estruturar e cresce a passo seguro no Brasil. Dados do Global Games Market Report 2017, da Newzoo, empresa que realiza pesquisas sobre a indústria de games, mostram que o Brasil ocupa o 13° lugar no ranking de países que mais geraram receita no setor, com estimativa de US$ 1,3 bilhão para este ano. No mundo, é esperado que o mercado movimente US$ 108,9 bilhões em 2017.

De olho no potencial desse filão, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) firmou parceria com a Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Games (Abragames). As duas entidades criaram o projeto Brazilian Game Developers, com o objetivo de desenvolver e promover a indústria local de games no exterior.

“Em 2013 a Apex começou a parceria com esse setor. Aconteceu um mapeamento estratégico dos pólos criadores de games no país. Foi quando a gente começou a entender quem eram as empresas, onde elas estavam”, relata Mariana Gomes, gestora de Projetos da Apex Brasil. (Ag. Breasil)


Black Friday impulsionou vendas no cartão de crédito

A promoção do comércio varejista Black Friday ajudou a aumentar as compras à vista no cartão de crédito em novembro, de acordo com o Banco Central. No mês, foram concedidos R$ 70,698 bilhões em crédito, o que representou um aumento de 5,8% em relação a outubro. Os dados estão no Boletim de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro, divulgado hoje (22) pela instituição.

A Black Friday esse ano ocorreu no dia 24 de novembro e, na análise do chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, é um dos efeitos que ajuda a explicar o crescimento em novembro. “O cartão de crédito à vista é instrumento bastante utilizado para compras”, disse

No ano passado, a Black Friday, que foi no dia 25 de novembro, foram concedidos R$ 63,968 bilhões de crédito à vista. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve um aumento de 10,5%.

Apesar do aumento nas compras no crédito à vista, as vendas na Black Friday esse ano tiveram um crescimento menor que no ano passado. De acordo com dados da Serasa Experian, neste ano, no final de semana da Black Friday, de 24 a 26 de novembro, as vendas nos comércios de rua e shoppings centers cresceram 4,9% em todo o país. No ano passado, o crescimento foi de 11%, comparado com 2015.

Na análise da Serasa, a Black Friday vem se consolidando como mais uma data importante do varejo nacional e, apesar de ter crescido menos do que no ano passado, as vendas neste ano foram impulsionadas pela recuperação da renda real dos consumidores e pelas melhores condições de crédito.(Agencia Brasil)


Prazo para sacar o Abono ano-base 2015 termina nesta quinta-feira

Caixa faz sorteio eletrônico de imóveis do Conjunto Habitacionais São José - Foto Gabriel de Oliveira (3)Termina nesta quinta-feira (28) o prazo para que os trabalhadores que têm direito ao Abono Salarial ano-base 2015 saquem o beneficio nas agências bancárias. Cerca de 5,80% de inscritos no PIS e no Pasep, 1,4 milhão de pessoas, não haviam sacado o dinheiro até o fim de novembro.

O Abono Salarial é pago para inscritos no PIS/Pasep há cinco anos ou mais e que trabalharam com carteira assinada por pelo menos 30 dias naquele ano, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é preciso que seus dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, faz um alerta aos trabalhadores: “O dinheiro do Abono Salarial é do trabalhador e pode ajudar muito neste fim de ano. Então, se você trabalhou formalmente em 2015, não deixe de ver se têm direito ao benefício, e procure uma agência bancária para sacá-lo.”

Para conferir se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar o portal do Ministério do Trabalho (http://trabalho.gov.br/abono-salarial/consulta-abono-salarial). Basta inserir o CPF ou número do PIS/Pasep e a data de nascimento para fazer a consulta. Outra opção é a Central de Atendimento Alô Trabalho, que atende pelo número 158.

O valor que cada trabalhador tem para receber é proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente em 2015. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou um mês, por exemplo, recebe 1/12 do valor, e assim sucessivamente. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937.

Os trabalhadores da iniciativa privada, que são vinculados ao PIS, sacam o dinheiro nas agências da Caixa ou lotéricas de todo o país. Já os servidores públicos, com vínculo no Pasep, retiram o benefício no Banco do Brasil.


Sebrae registra aumento de empreendedores no Sul da Bahia

A busca por iniciar um negócio próprio tem aumentado no interior da Bahia. Os dados do Sebrae revelam um aumento no número de pessoas que voltaram ao mercado através do empreendedorismo nesse ano. Os municípios que registraram mais empreendedores formalizados como MEI, no Sul do Estado, foram Uruçuca, que saiu de 583, em 2016, para 759; e Ilhéus, que saltou de 5.330 para 6.706. Com esse incremento, as cidades tiveram um incremento, respectivo, de 30,19% e 25,82%.

Já Itabuna possuía 7.974 MEI no ano anterior, passando para 9.100 na contagem feita até novembro desse ano. A formalização alcançou aumento de 14, 12% para MEI.

De acordo com o gerente adjunto do Sebrae na região, Michel Lima, o aumento dos MEI deve-se “à facilidade de acesso a informações, através das Salas do Empreendedor nos municípios, aliado à crise econômica que o país enfrenta e que acarreta dificuldade em ter acesso a emprego”.

Ainda na pesquisa realizada pelo Sebrae, os segmentos em evidência na hora de registrar a atividade econômica são confecções, salão de beleza e alimentos em geral. Além disso, muitos deles que já eram trabalhadores informais de determinado seguimentos optaram pela formalização.

Os municípios de Itabuna e Ilhéus estão entre os 10 com maior número de Microempreendedores Individuais (MEI), ocupando, respectivamente, o 6º e o 8º lugar no ranking do Estado. Juntas, as cidades já somam mais de 15 mil empresários nessa modalidade.


Presidente da Juceb apresentou inovações para 2018

juncebCom o propósito de digitalizar 100 % dos serviços da Junta Comercial do Estado da Bahia, logo no 1º trimestre de 2018, o presidente da entidade, Antônio Carlos Marcial Tramm e o vice-presidente João Carlos Oliveira da Silva estiveram nesta segunda-feira, 18, em Itabuna para apresentar o processo de modernização do Registro Mercantil Empresarial. O encontro reuniu contabilistas, empresários e representantes do Poder Público Municipal.

A visita parte de uma ação do Programa de Inovação e Simplificação do Registro Mercantil, que acontece desde o ano passado nas 34 sedes regionais da Juceb, distribuídas no estado da Bahia. A ideia, segundo Tramm é estreitar as relações com os parceiros, trabalhar de maneira uniforme, levando informação segura e transparente.

“O processo de digitalização é para permitir que o cliente, o contador, o advogado, enfim, que todos possam ter acesso a informação. Estamos com um aplicativo de celular [Redesim] para que o cliente saiba onde está o processo dele, não só na Junta Comercial, como na Prefeitura, no departamento de Meio Ambiente, ou nos outros setores que analisam os processos”.

A constituição e a legalização de um empresa, que há um ano atrás, demorava de 8 a 10 dias, o presidente explicou que o prazo diminuiu consideravelmente. De acordo com ele, isso dá qualidade e velocidade às informações sobre o processo, que perpassa pela própria Juceb. “Atualmente, mais de 80 % dos processos na Bahia são liberados em menos de 24 horas”, declarou Tramm.

Outros avanços alcançados pela Juceb, foram destacados pelo vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado da Bahia (CRC-Bahia), Wellington Ferraz ao citar o sistema de Via Única. “Hoje, esse mecanismo já funciona na região utilizando apenas uma via da documentação, e não mais três, como ocorria anteriormente para análise de processo”.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, Sérgio Velanes, responsável pelo escritório da Juceb em Itabuna, parabenizou a iniciativa da presidência da entidade ao promover ações para a desburocratização dos serviços visando facilitar a geração de emprego e renda. “A Juceb mostra modernidade, avançando, transformando e atualizando para a plataforma digital, o trabalho de registro mercantil”.

O escritório regional da Juceb em Itabuna funciona na sede da ACI, e atende atualmente 22 municípios do Sul da Bahia e de outras regiões. A Junta permanece realizando visitas nesta quinta-feira, 21, em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano.


Instituições financeiras reduzem projeção de inflação para 2,83% este ano

economiaO mercado financeiro continua a prever inflação abaixo do piso da meta para este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela quarta vez seguida, ao passar de 2,88% para 2,83%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada semanalmente no site do Banco Central (BC) com projeções para os principais indicadores econômicos.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, tem como centro 4,5%, limite inferior de 3% e superior de 6%. Quando a inflação fica fora desses patamares, o BC tem que elaborar uma carta aberta ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicando os motivos do descumprimento da meta.

No boletim da semana passada, as instituições financeiras já haviam reduzida a projeção para abaixo da meta. Em setembro, a estimativa também ficou abaixo do piso, mas depois voltou a ficar dentro do intervalo de tolerância.

Se a estimativa se confirmar, será a primeira vez que a meta será descumprida por ficar abaixo do piso. A meta ficou acima do teto quatro vezes: 2001, 2002, 2003 e 2015.

Nos 11 meses do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado para o período desde 1998 (1,32%). Em janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai informar o resultado do IPCA neste ano. (Ag. Brasil)


Propostas de empreendimentos econômicos solidários

Neste 15 de dezembro, comemora-se o Dia Nacional da Economia Solidária. Para quem não ouviu falar do assunto, a Economia Solidária é uma forma de obter renda e inclusão social. Diferente da economia convencional, na qual os donos de negócio e empregados trabalham separadamente, nessa modalidade os próprios trabalhadores são os proprietários, tocam o negócio e dividem resultados. Cooperativas e grupos de produtores são exemplos de Economia Solidária.

“A Economia Solidária não é caridade. É uma política social de Estado que traz resultados positivos para o país, gera trabalho e renda e dá autonomia financeira à população que está fora do mercado formal”, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Para impulsionar esse formato de geração de renda e inclusão social, o Governo Federal tem investido no setor. O Ministério do Trabalho destinou, em 2017, R$ 25 milhões às propostas de empreendimentos econômicos solidários e sociais, por meio de Edital de Chamada Pública. O recurso faz parte do programa da pasta voltado ao fortalecimento de redes de cooperação solidária. O objetivo é fomentar a economia solidária no país. Os projetos poderão ser contemplados com montantes entre R$ 600 mil e R$ 4,8 milhões.