Falta um mês para o fim do prazo de inscrições para o Prêmio ANA 2020

Falta um mês para o fim do prazo de inscrições para o Prêmio ANA 2020, edição histórica que também celebra as duas décadas de atuação da Agência Nacional de Águas (ANA) em prol do desenvolvimento do Brasil. As boas práticas no uso da água e na divulgação sobre o tema podem ser inscritas até 31 de julho gratuitamente pelo hotsite www.ana.gov.br/premio. Os vencedores das oito categorias ganharão o exclusivo Troféu Prêmio ANA. Uma novidade dessa edição histórica é que os três finalistas de cada categoria poderão utilizar em seus materiais de divulgação o “Selo Prêmio ANA: Finalista” ou o “Selo Prêmio ANA: Vencedor”, conforme o resultado final do concurso.

A premiação é realizada pela Agência Nacional de Águas para reconhecer trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Segundo o regulamento do Prêmio ANA 2020, as oito categorias em disputa são: Governo; Empresas de Micro ou de Pequeno Porte; Empresas de Médio ou de Grande Porte; Educação; Pesquisa e Inovação Tecnológica; Organizações Civis; Comunicação; e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH).

Dentre as categorias, o Prêmio ANA 2020 teve algumas mudanças em relação à última edição, realizada em 2017. As três categorias segmentadas de imprensa (Impressos e Sites, Rádio e TV) foram agrupadas em Comunicação, que tem um formulário de inscrição específico. Além disso, os conteúdos e materiais jornalísticos precisam ter sido veiculados a partir de 1º de julho de 2017.

Já a categoria Ensino foi substituída por Educação, que agora aceita projetos e iniciativas de entidades de ensino não formal, como museus, centros culturais, de ciências, de educação ambiental, bibliotecas, jardins botânicos, zoológicos e planetários. Continuam podendo participar estudantes e profissionais de instituições de ensino médio e fundamental.


Entregadores de apps fazem greve nacional nesta quarta-feira

Como apps de entrega estão levando pequenos restaurantes à ...Da Agência Brasil

Os entregadores de aplicativos promovem uma greve nacional hoje (1º) por melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra os risco de infecção pelo novo coronavírus e mais transparência na dinâmica de funcionamento dos serviços e das formas de remuneração.

A paralisação foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James. Os organizadores argumentam que o movimento foi construído por meio da interlocução por grupos na internet, embora algumas entidades tenham se somado, como associações de entregadores e de motofrentistas.

Os entregadores cobram o aumento das taxas mínimas recebidas por cada corrida e o valor mínimo por quilômetro. Atualmente, eles são remunerados por corrida e pela distância percorrida, e por isso esses dois indicadores acabam definindo o pagamento por cada entrega.

Os trabalhadores reclamam dos baixos valores e da variação deles para baixo. “Tem dia que é R$ 1, tem dia que é R$ 0,50. O Ifood e outras empresas mandam notificação para os clientes falando que já pagam. Não é verdade”, reclama Simões, entregador do Rio de Janeiro e uma das pessoas que está contribuindo com a organização da greve.

Outra reivindicação é a mudança dos bloqueios dos trabalhadores, que consideram arbitrários. Eles criticam o fato de motoristas terem sua participação suspensa ou até mesmo cancelada a partir de critérios não claros e sem a possibilidade de apuração dos ocorridos e de direito de defesa dos envolvidos.

“Elas fazem um bloqueio injusto. Nós dependemos da plataforma pra trabalhar e para levar o sustento para casa. Eu e mais 40 motoboys fomos suspensos na Loggi. Paramos três dias pra reivindicar e, no segundo dia, nos bloquearam. Isso aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Ifood , você entrega o pedido, o cliente alega que não recebeu, o Ifood manda outro pedido e acaba bloqueando o entregador por 48 horas sem sequer ligar para o entregador”, exemplifica Alessandro Sorriso, da Associação dos Motoristas Entregadores do Distrito Federal.

Tanto em relação à remuneração quanto aos bloqueios, os entregadores questionam a falta de transparência das plataformas, que não deixam claras as formas de cálculo dos pagamentos e os critérios utilizados para a suspensão das contas dos trabalhadores.


PGR abre investigação sobre ataque com fogos contra Supremo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) instaurou uma investigação preliminar própria sobre o ato na noite de sábado (13) em que foram lançadas rajadas de fogos de artifício contra a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme vídeo que circulou nas redes sociais e na imprensa.

A PGR atendeu a uma solicitação do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, que, em ofício enviado no domingo (14), havia pedido “a responsabilização penal daquele(s) que deu/deram causa direta ou indiretamente, inclusive por meio de financiamento, dos ataques e ameaças dirigidas ao Supremo Tribunal Federal e ao Estado Democrático de Direito, na noite de ontem (13), inclusive com a utilização de artefatos explosivos (fogos de artifício)”. Da Agencia Brasil


Bahia chega a mais de 40% de cidades com transporte intermunicipal suspenso

Bahia chega a mais de 40% de cidades com transporte intermunicipal suspensoA Bahia já tem 41% das cidades com transporte intermunicipal suspenso. Nesta terça-feira (19), 25 municípios se integram à lista em um total de 174 cidades [o estado tem 417]. A medida visa controlar a disseminação do coronavírus no estado.

A relação tem agora Água Fria, Amélia Rodrigues e Conceição do Jacuípe, no Portal do Sertão; Aracatu, Gongogi, Itagi e Urandi, no sudoeste; Arataca, Aurelino Leal e Floresta Azul, no sul; Barra, no oeste; Belmonte e Itabela, na Costa do Descobrimento; Caém, no Piemonte da Diamantina; Caldeirão Grande, no Piemonte Norte do Itapicuru; Cardeal da Silva e Rio Real, no agreste; Cravolândia e Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá; Euclides da Cunha, no nordeste baiano; Medeiros Neto, no extremo sul; Monte Santo, na região sisaleira; Mucugê, na Chapada Diamantina e Mundo Novo e Piritiba, no Piemonte do Paraguaçu.


Brasil registra 3.918 mortes por covid-19

Os dados sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (25), segundo levantamento exclusivo do portal  G1 junto às secretarias estaduais de saúde registraram 3.918 mortes provocadas pela Covid-19 e 57.382 casos confirmados da doença em todo o país.


Devido à pandemia, IBGE antecipa dados de pesquisa sobre mobilidade

ibgeNo Brasil, as pessoas precisam percorrer, em média, 72 quilômetros (km) para ter atendimento médico e odontológico de baixa e média complexidade, que não exigem internação, como consultas, exames clínicos, serviços ortopédicos e radiológicos, fisioterapia e pequenas cirurgias.

É o que mostram os dados da pesquisa Regiões de Influência das Cidades (Regic) 2018, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) antecipou devido à pandemia do novo coronavírus. A pesquisa completa será divulgada ainda este ano.

Segundo o IBGE, com esses dados, divulgados ontem (8), o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) terão informações sobre o deslocamento da população para as cidades em busca de serviços de saúde, para auxiliar na elaboração de políticas públicas e logística para enfrentar a covid-19.

Os maiores deslocamentos ocorrem na Região Norte. Manaus (AM) é a cidade que recebe pacientes que percorreram as maiores distâncias, com média de 418 km para atendimento ou procedimentos de baixa e média complexidade. Os menores deslocamentos são em Santa Catarina, o único estado onde a média é inferior a 40 km, com destaque para Chapecó.

A cidade que atende a pacientes do maior número de localidades é Goiânia (GO), cujo sistema de saúde serve a 115 municípios. Para o coordenador de Geografia do IBGE, Claudio Stenner, esses dados ajudam a dimensionar o impacto social que os hospitais regionais têm na vida da população de toda a região que atende.(Agencia Brasil)


Caixa altera horário de funcionamento nas agências e amplia canais digitais

caixa_sao_caetanoAs agências da Caixa Econômica Federal (CEF), a partir desta terça-feira (24) funcionarão das 10h às 14h, e restrito apenas aos casos que não podem ser tratados pelo atendimento telefônico ou pelos aplicativos do banco para celular e demais serviços digitais. A decisão tem como finalidade reforçar as medidas e ações para melhorar a segurança de todos os clientes, colaboradores e parceiros no contexto da pandemia de COVID-19.

Outra medida válida a partir de hoje é a bertura de 1.619 agências com antecipação de uma hora para atender exclusivamente idos e outras faixas de risco da Covid-19. A lista dessas unidades pode ser consultada no seguinte endereço: www.caixa.gov.br/caixacomvoce/Paginas/default.aspx.

O banco aidna orientou aos clientes a acessarem os serviços do banco por meio dos canais digitais e de telesserviço. Além de acesso à movimentação bancária através da internet e celular e reforçou o atendimento em canais remotos, como a Agência Digital, Telesserviço e WhatsApp. O atendimento e mais orientações podem ser efetivadas pelo número 0800-726-8068.

Utilizando o CPF, o cliente poderá contatar para atendimento dos serviços do pacote de medidas disponibilizadas pelo banco, como o pedido de renegociação de dívidas, renovação de contratos de Penhor e solicitação de pausa de até 60 dias nas parcelas de empréstimos comerciais e habitacionais. (BN)


Datafolha aponta que 73% dos brasileiros aprovam medidas contra o coronavírus

índicePesquisa Datafolha divulgada na noite deste sábado (21) aponta que 73% dos brasileiros aprovam as recentes medidas adotadas pelo poder público na tentativa de conter a pandemia do coronavírus. A pesquisa ouviu 1.558 pessoas entre quarta (18) e sexta-feira (20), por telefone. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Segundo o levantamento, 92% dos participantes da pesquisa apoiam a suspensão das aulas, 94% aprovam a proibição de viagens internacionais e 91% concordam com a interrupção dos campeonatos de futebol no País. Para 92%, é correto fechar as fronteiras do Brasil com países vizinhos.

O fechamento do comércio, no entanto não é consenso: enquanto 46% são favoráveis, 33% são contrários e 21% aprovam em parte a medida. A quarentena temporária teve o apoio de 73% dos entrevistados.

A pesquisa também buscou mensurar o conhecimento dos brasileiros sobre o novo vírus. Quase todos eles (99%) dizem saber da questão, 72% se consideram bem informados. Para 24%, o grau de informação é mediano e 3% se disseram pouco informados. Do total de pessoas ouvidas, 74% têm medo de ser infectados pelo novo coronavírus. Entre eles, 36% disseram ter muito medo e 38% afirmaram ter apenas um pouco de medo.


Senado aprova decreto que admite calamidade pública no Brasil

senadoO Senado Federal aprovou nesta sexta-feira (20), por unanimidade, o projeto de decreto que reconhece o estado de calamidade pública no país por causa da pandemia do novo coronavírus.

O decreto legislativo não precisa ser sancionado pelo presidente da República. Por isso, como já havia sido aprovada na Câmara dos Deputados, a matéria entrará em vigor quando for publicada no Diário Oficial da União.

Essa foi a primeira votação remota da história do Senado. Os senadores evitaram se reunir no plenário para evitar um possível contágio da doença que vem se espalhando pelo país.

Com o reconhecimento da calamidade pública, o governo vai poder aumentar o gasto público e descumpra a meta fiscal prevista para o ano.(BN)


Coronavírus – Correios realiza logística de material viral para universidades

correioOs Correios estão atuando como apoio logístico para a Rede Vírus, comitê do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) responsável pela coleta de material viral (novo coronavirus e influenza). Os insumos serão utilizados em estudos sobre o contágio, proliferação dos vírus e vacina para as doenças.

O procedimento consiste na retirada das amostras virais embaladas, conforme as regras de biossegurança, no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, e posterior envio a cinco universidades: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), USP/Ribeirão Preto, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e FEEVALE (Novo Hamburgo/RS). A primeira coleta ocorreu na noite desta quarta-feira (18). Em menos de 13h, o material biológico já havia sido entregue em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto/SP e Rio Grande do Sul. A operação foi concluída com 8 horas de antecedência.

O transporte realizado pela empresa é dotado de altos requisitos de segurança e agilidade, para que o material seja entregue até 20 horas após a coleta, em perfeito estado de conservação e com risco zero de contaminação, tanto de pessoas quanto do ambiente por onde as amostras transitam. Este apoio tem período inicial de 3 meses, podendo ser renovado, a critério do Instituto.