COOPERAST está entre as 13 instituições que Fundação Cargill apoiará em 2019

equipe-cargill-e-cooperast

A Fundação Cargill divulgou em sua página oficial – www.alimentacaoemfoco.org.br, o resultado do Edital 2019: foram selecionadas 13 iniciativas que combatem a perda e desperdício de alimentos, que fortalecem o empreendedorismo na cadeia da alimentação e/ou soluções e pesquisas no setor. As instituições receberão apoio financeiro e de gestão de equipe da Fundação Cargill ao longo de 2019 e beneficiarão diretamente 18 mil pessoas.

“Neste ano, recebemos inscrições de 14 Estados. Foram 31% de projetos a mais em comparação com o edital anterior. O sucesso corresponde ao ótimo trabalho que a nossa equipe tem feito em busca da promoção da alimentação saudável, segura, sustentável e acessível do campo ao consumidor”, ressalta Yuri Feres, diretor-presidente da Fundação Cargill.

Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos realizados por organizações da sociedade civil ou pessoas jurídicas com negócios de impacto social que estejam num raio de até 150 quilômetros do entorno das unidades e escritórios da Cargill, a Fundação Cargill utilizou como critérios para a seleção o alinhamento e a coerência com o propósito da instituição; a consistência, o impacto e a relevância do projeto proposto; assim como sua perenidade e a possibilidade de ser replicado em outros locais.

(mais…)


Parceria entre Cooperast e UESC

equipe-cooperast-e-professora-uescA crescente procura por pimentas no mercado interno e externo trouxe expansão das áreas de cultivo em vários Estados brasileiros, principalmente as de iniciativas de agricultura familiar. Devido a esse aumento da demanda de produção, a Cooperativa de Desenvolvimento Territorial – COOPERAST por meio de sua equipe técnica se uniu a Universidade Estadual de Santa Cruz como objetivo realizar pesquisas, e implantação de  pimenta  em áreas assistidas pela cooperativa.

A parceria entre a COOPERAST e a UESC consististe, no auxilio prestado pela Universidade em fornecer bancos de dados de sementes de pesquisas desenvolvidas em pimenta, e o trabalho pratico da cooperativa em buscar áreas experimentais em comunidades selecionadas, para posteriormente multiplicar os resultados positivos  em áreas de MANDALA e SAFS  assistidas pela COOPERAST. Essa iniciativa é muito importante, pois cria laços entre os produtores do campo e a pesquisa na Universidade.

Existem várias formas de utilização da pimenta, podem ser consumidas ao natural, ou processadas e utilizadas em várias linhas de produtos, e abastecem a agroindústria. Seus frutos podem ser desidratados e vendidos inteiros, em flocos (pimenta calabresa), em pó (páprica picante) ou ainda preparados como conservas, molhos, geleias, e doces.

O diretor executivo COOPERAST, Marcello Layandys destaca a importância da  busca por novas alternativas de renda para o produtor, como SAFS e MANDALAS, que é um modelo agroecológico que já vem sendo implantado. Em um futuro próximo, a cooperativa pretende  processar estes produtos, agregando ainda mais valor à produção da agricultura familiar no interior da Bahia.


SDR e Banco do Nordeste promovem encontro em Ilhéus para discutir abertura de linha de crédito

Dirigentes e técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia (SDR) e do Banco do Nordeste se reunirão, na próxima terça-feira (12), às 9 horas, na sede do Banco do Nordeste, no município de Ilhéus, Território de Identidade Litoral Sul, com o objetivo de discutir a abertura de uma linha de crédito para agricultores familiares produtores de cacau. Os recursos são destinados ao fortalecimento da base de produção da lavoura cacaueira.

A reunião integra a estratégia do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018-2022, lançado pelo Governo do Estado, em novembro de 2018, que atenderá 20 mil agricultores, e prevê o desenvolvimento de ações que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e, consolidar a fabricação de chocolates finos com certificado de origem no Sul da Bahia.

Participam ainda do encontro técnicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), além de agentes das prestadoras de assistência técnica e extensão rural (Ater) dos Territórios de Identidade Litoral Sul, Baixo Sul, Médio Rio das Contas e Costa do Descobrimento.

Serviço:

O quê: Reunião entre SDR e Banco do Nordeste para discutir a abertura de uma linha de crédito para agricultores familiares produtores de cacau

Quando: 12 de fevereiro de 2019

Onde: Sede do Banco do Nordeste em Ilhéus


Rede de Associações Rurais do Território Litoral Sul da Bahia foi lançada em Itacaré

antonio_projeto_associacaoruralRepresentantes de associações rurais e do setor de agricultura de Itacaré e municípios circunvizinhos acompanharam o Seminário de Lançamento do Projeto de Apoio às Associações Rurais do Litoral Sul da Bahia na última sexta-feira, 25, durante a Expofeira de Itacaré. A proposta visa apoiar, subsidiar e consolidar a estruturação de uma rede de associações rurais, visando a formação de uma entidade representativa dos agricultores.

O encontro contou com a iniciativa do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – Litoral, em parceria com a Prefeitura Municipal de Itacaré e o Governo do Estado da Bahia, através da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater). Dentre as ações do governo do Estado, a superintendente do órgão, Célia Watanabe destacou que estará atuando em conjunto com parceiros, os municípios e o consórcio de atuação.

projeto_ass_rural_lucianoEla destacou ainda que “é necessário manter um diálogo na localidade, para verificar de fato, a demanda da agricultura familiar, pois é a partir daí que se cria o caminho de uma cidade sustentável”, declarou a representante do Estado ao esclarecer sobre o papel da assistência técnica, que tem a finalidade de ajudar as famílias e associações rurais a terem acesso às políticas públicas.

O Seminário aconteceu durante a Expofeira de Itacaré, que promoveu a agricultura familiar local e de outros municípios, a partir da exposição de produtos, capacitações e atividades artísticos-culturais. De acordo com o prefeito de Itacaré e presidente do Consórcio Litoral Sul, Antônio de Anízio, as duas atividades valorizam os pequenos agricultores, no sentido de “fortalecer o segmento que hoje é fundamental para o abastecimento da zona urbana”, reforçou o gestor, que também parabenizou a parceria com a Bahiater.

celia-watanabe_ass_ruralSobre o convênio de apoio às associações rurais, o coordenador executivo do consórcio, Luciano Veiga falou que o projeto vai beneficiar 13 municípios consorciados do Território Litoral Sul. A proposta visa “capacitar os agricultores para que tenham um entendimento maior sobre como se organizar, enquanto associação, como cuidar da situação financeira e administrativa. Além disso, o projeto possibilita aos agricultores participar de feiras em rede, para fazer com que os agricultores possam expor em outras localidades”, explicou.


COOPERAST participa da ExpoFeira em Itacaré

feira_itacare_expofeiraA ExpoFeira que acontece entre os dias 24 à 26 de janeiro, faz parte das comemorações dos 287 anos de emancipação política de Itacaré. Nela, serão realizadas exposições de produtos da agricultura familiar, oficinas temáticas, seminários, shows, apresentações folclóricas, provas e brincadeiras típicas.

Com o objetivo de incentivar a comercialização de produtos da agricultura familiar a COOPERAST (Cooperativa De Desenvolvimento Territorial) em parceria com a Embaúba (Associação de Produtores Orgânicos da APA Itacaré-Serra Grande) esteve presente no evento e promoveu a troca de experiências entre os agricultores e o público para estimular a valorização da agricultura familiar local.

A barraca contou com hortaliças, verduras, frutas, licores, polpas, chocolate, geleias, doces, “beijú”, biscoitos, vassoura de piaçava, flores tropicais, artesanatos variados, entre outros produtos feitos pelos associados da Embaúba.


Itacaré vai realizar a Expofeira 2019

feira-_itacareItacaré vai realizar a Expofeira 2019, no período de 24 a 26 de janeiro, na Praça São Miguel, um evento que contará com a participação de cerca de 25 associações de agricultores familiares, assentamentos rurais e unidades quilombolas das mais diversas regiões do município.

evento faz parte das comemorações dos 287 anos de emancipação política de Itacaré e tem o objetivo é mostrar toda a produção agrícola da zona rural do município, promover a capacitação e a integração entre os agricultores, garantir opções de lazer para os itacareenses e turistas, além de gerar oportunidade da realização de grandes negócios.

A realização é da Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca, com o apoio do Governo do Estado da Bahia e Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (CDS-Litoral Sul).

Durante a Expofeira de Itacaré serão realizadas exposições de produtos da agricultura familiar, oficinas temáticas, seminários, shows musicais, apresentações folclóricas, provas e brincadeiras típicas como a tradicional gincana de quebra de cacau, touro mecânico, distribuição de mudas, calcários, outros insumos e brindes para os agricultores, além do concurso para a eleição da Garrota Rural, com a participação de representantes das 25 associações que agricultores do município.

Ainda durante a ExpoFeira acontecerá a entrega de maquinário para as associações rurais. O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, considera o evento como de extrema importância, não somente pela integração entre os agricultores, como também pela oportunidade de se divulgar e mostrar tudo o que vem se produzindo nessa região, movimentando a economia do município e gerando cada vez mais renda, emprego e a melhoria da qualidade de vida no campo.


Evento debate agroecologia em Itabuna

evento-agrecoelogia-cooperasteEm novembro do ano de 2018, na sede da Cooperativa de Desenvolvimento Territorial , foi realizado a sexta edição do WORKSHOP COOPERAST com a visita dos alunos do primeiro semestre de Agronomia da Unive

O evento, tem o objetivo de apresentar os trabalhos desenvolvidos pela instituição, as oportunidades de estágios que a mesma promove,  e discutir temas importantes, como a extensão rural e a importância da agroecologia no mundo atual.

Walter Sousa, coordenador da cooperativa foi quem conduziu as apresentações. Explicou sobre a importância de ajudar o jovem estudante a conhecer mais sobre as áreas que tem interesse em exercer profissionalmente, entrando em contato com as praticas  desenvolvidas no dia a dia da COOPERAST. Dessa forma,  é possível alinhar  as expectativas, e perceber se aquele é o caminho certo.

No fim das apresentações, Vinicius Monteiro  o presidente da cooperativa, enfatizou a importância do  estágio para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Pois, mais que ganhar experiência, o estagio possibilita aos estudantes mais conhecimento, expandindo competências, e uma relação prática da teoria vista em sala de aula. Nessa oportunidade,  relatou como a COOPERAST atua nesse sentido, exemplificando o inicio de diversos funcionários como estagiários, e segue carreira na instituição.

O nosso objetivo consiste em alcançar o reconhecimento do nosso trabalho, e se tornar a  empresa líder em consultoria territorial agrícola, ambiental e social, liderando o ranking de consultoria em Agricultura Familiar. Para isto, devemos interagir sempre com as universidades,  por meio das vagas de estágios que promovemos a todos os anos.”


Governo do Estado investe na ampliação da produção de cacau e do chocolate no Sul da Bahia

Resultado de imagem para governo investe na ceplacO Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (8), em parceria com Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC/MAPA, o Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022. O lançamento aconteceu na sede regional da Ceplac, em Ilhéus, e contou com a presença do vice-governador João Leão, e dos secretários Jerônimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural), José Alves (Turismo) e Geraldo Reis (Meio Ambiente)

O plano, que atenderá cerca de 20 mil agricultores, prevê o desenvolvimento de ações estratégicas que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e consolidar a fabricação de chocolates finos, com certificado de origem no Sul da Bahia, por meio da instalação de 20 agroindústrias.

As ações incluem a abertura de linha de crédito específica para a lavoura cacaueira, subsídios para produção de mudas e insumos, criação e indicação geográfica da produção do cacau, preservação da Mata Atlântica, prospecção de novos mercados, capacitação profissional, regularização fundiária e ambiental, difusão tecnológica, assistência técnica e extensão rural (ATER), capacitação, educação, gestão e empreendedorismo e infraestrutura rural. Os investimentos do Governo do Estado no plano devem atingir R$ 80 milhões.


Biofábrica vai produzir clones para Ceplac

A Biofábrica deu início ao preparo de uma nova área em seu jardim clonal de cacaueiro para a inserção dos novos clones lançados pela Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac). Os clones Cepec 2204 e Cepec 2176 serão reproduzidos em larga escala por meio de enxertia e miniestaqueamento.

Enxertia é uma forma de multiplicação com a união dos tecidos de duas plantas, cujos benefícios vão da formação de raiz pivotante a uma maior velocidade de desenvolvimento em campo. Já o miniestaqueamento ocorre com o aproveitamento do potencial juvenil de propágulos para indução do enraizamento, e sua vantagem é a precocidade desse enraizamento. Outra vantagem é que leva menos tempo para ir para o campo e promove um aumento na hegemoneidade das características agronômicas da planta.

De acordo com a responsável técnica da Biofábrica, Kaleandra Sena, os métodos de multiplicação atenderão à demanda existente entre os produtores e agricultores. “Com a chegada do Cepec 2204 e do Cepec 2271, a Biofábrica passa a conter, em seu portfólio, 12 clones chamados ‘elites’”, diz.


Governo entrega títulos para quilombolas e agricultores familiares

titulo_terra_entregueO sonho da propriedade definitiva da terra se tornou realidade nesta segunda-feira (18), para  famílias quilombolas e agricultores familiares baianos. O governador Rui Costa entregou, durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2018/2019,  oitoTítulos de Reconhecimento de Comunidades Remanescentes de Quilombos e 1.300 títulos de terra individuais.

A ação é o resultado do trabalho realizado pela Coordenação de Desenvolvimento de Agrário ( CDA), unidade  da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), para viabilizar a regularização fundiária em áreas individuais e coletivas do estado da Bahia.

Os Títulos de Domínio para Comunidades Remanescentes de Quilombos, estão beneficiando 771 famílias, em oito comunidades que representam mais de 12 mil hectares de terras nos municípios de Camamu, Morro do Chapéu, Biritinga, América Dourada, Seabra, Macaúbas. O investimento ultrapassa R$ 445 mil.

A coordenadora executiva da CDA, Renata Rossi, explicou que Títulos de Domínio constituem uma importante conquista para as Comunidades Tradicionais Remanescentes de Quilombo: “Este título tem valor simbólico e concreto. Ele significa a segurança jurídica da propriedade do território, que é a essência da comunidade quilombola. Falar em comunidade quilombola é falar do direito à terra e ao seu território, o que lhe confere toda a identidade de luta, resistência, organização social e enfrentamento das desigualdades e injustiças que o povo negro sofreu ao longo da história.”

O secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues, disse que “esta ação é a consolidação de um sonho para as comunidades quilombolas do Estado, que com seu trabalho constroem a vida no campo. A partir de hoje, as famílias e comunidades, com seu documento coletivo da terra, irão revolucionar o processo de produção no campo, para a sua família e para a comercialização. A Bahia, no momento de crise no Brasil, continua a política de valorização da agricultura familiar, viabilizando o Plano Safra”.

Segurança jurídica

Para Gilma Santana das Neves, quilombola da Comunidade de Lapinha,  município de América Dourada, e representante do Conselho Fiscal do Conselho Estadual Quilombola, o momento é uma grande conquista para o povo negro da Bahia: “Este título representa uma libertação para nossos povos, pois corríamos riscos de sermos expulsos de nossas  terras. O título nos dá a segurança jurídica para vivermos permanentemente nas nossas áreas, sem medo da repressão. Este é o início de uma nova etapa para que possamos alcançar e nos beneficiar de mais políticas públicas ofertadas pelo Governo do Estado”.

Neves também destacou que “o recebimento destes títulos demonstram o fortalecimento das associações e do Conselho Territorial e Estadual dos Quilombolas no desenvolvimento das políticas públicas. É  um incentivo para que as comunidades quilombolas da Bahia continuem a buscar os seus direitos, por meio da regularização do seu território”.

Parceria com Consórcios Públicos

Dentre os 1.300 títulos entregues, muitos foram fruto da parceria firmada entre a CDA e os Consórcios Públicos Municipais, por meio do projeto Bahia Mais Forte, Terra Legal, avaliado em mais de R$17 milhões e que prevê a regularização de 20 mil propriedades rurais.

Maria Aparecida Moreira da Silva, da Comunidade Lagoa do Peixe, no município de Lagoa Real, Território Sertão Produtivo, não escondeu a emoção: “ Estávamos com muita expectativa para receber este título que vai mudar a minha vida e dos meus filhos. Sem ter o documento, não tenho a terra de forma segura, não tenho como conseguir empréstimo no banco para investir nela. Estou muito feliz porque agora posso provar que a herança recebida pelo meu pai é de fato minha!”.(Fonte: CDA/SDR)