Café, pão natural e armazém da agricultura familiar no Rural Produtivo

1D095EA1-4C72-4AAC-B5DA-51944EC8F95CNeste sábado (19), o Rural Produtivo da TVE vai falar sobre a produção do café do Sudoeste Baiano, que já foi consumido até pelo Papa Francisco e vai mostrar o Armazém da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que fica em Serrinha beneficiando oito mil agricultores.

O programa traz também uma receita diferente de pão de farinha de copioba, com fermentação natural e ingredientes saudáveis. A exibição é às 14h, com horários alternativos na segunda-feira (21), às 6h30, e na quinta-feira (24), às 20h.

A cultura do café do Sudoeste Baiano vem ganhando lugar de destaque no país, com a qualidade dos grãos, especialmente os produzidos por agricultores familiares.

Os cafés atraem consumidores de diversas partes do mundo como Canadá, Suíça e até do Vaticano como o Papa Francisco. Em Barra do Choça, a cooperativa da agricultura familiar diversifica a produção com café, legumes e frutas, além disso melhora a qualidade do café baiano, que possui classificações entre o Tradicional, Gourmet, Especial, Premium, Superior e Orgânico


Umbu, árvore sagrada do sertão no Rural Produtivo

UmbuzeiroNeste sábado (12), o Rural Produtivo, da TVE, vai falar sobre a árvore sagrada do sertão, o umbuzeiro, e suas curiosidades. O programa vai mostrar também o cultivo do umbu e seus derivados como geleias, cervejas e picolés, que movimentam a economia do estado. E a receita da semana é a famosa umbuzada, que vira uma sobremesa de sabor agridoce. A exibição do programa é às 14h, com horário alternativo na segunda-feira (14), às 6h30, e na quinta-feira (17), às 20h.

Frondosa e frutífera, com raízes onde se sobressaem ‘batatas’ que acumulam litros e mais litros de água precipitada da chuva, essa espécie de planta mistura histórias de resistência e convivência com o semiárido, ao ponto de o escritor Euclides da Cunha descrevê-la como “Árvore sagrada do sertão”. Além de ser a árvore símbolo do sertão da Bahia, o umbuzeiro é também uma planta protegida por uma lei que impede seu corte.

UmbuUm pé de umbuzeiro produz, em média, de 80 kg a 300 kg de frutos por safra. A Bahia produz quase seis mil toneladas ao ano da fruta e seu extrativismo proporciona renda para milhares de famílias. O mercado para o umbu está crescendo e ficando diversificado, exemplo disso é a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) que articula uma rede de pequenas fábricas de processamento do umbu e produz geleias, doces, picolés, sorvetes e até cerveja artesanal.
Neste episódio do programa, vamos conhecer a receita de ‘umbusada’ de copo, uma vitamina famosa na região, mas que foi incrementada com leite condensado, leite em pó, gelatina e o suco de umbu e virou uma sobremesa deliciosa.

O Rural Produtivo é resultado de uma parceria da TVE com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e poderá ser assistido também pelo por meio do site www.tve.ba.gov.br/tveonline, do Youtube.com/tvebahia e do Facebook.com/tvebahia.

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SERVIÇO:

Programa ‘Rural Produtivo’

Sábado (12), às 14h. Horários alternativos: segundas-feiras, às 6h30, e quintas-feiras, às 20h

Onde: TVE, Youtube, Facebook e no www.tve.ba.gov.br/tveonline


Bahia recebe três prêmios de qualidade de cacau em concurso nacional

fazenda_cacau_agricultor_2O II Concurso Nacional de Cacau Especial premiou nesta semana sete cacauicultores de três estados brasileiros em três diferentes categorias: varietal, blend e experimental. Com maior número de inscritos, a Bahia levou também o maior número dos prêmios. Segundo colocado na categoria varietal, há três anos o produtor José Luís Fagundes fez um investimento em sua fazenda, no município baiano de Igrapiúna, já mirando a produção de cacau de qualidade. “Mesmo sem a expertise que tenho hoje, eu já acreditava nesse sonho e consegui fazer os colaboradores embarcarem nele junto comigo. Sem eles, não conseguiríamos esse prêmio”, reconhece. Ainda no varietal, o cacauicultor Gleibe Luís Torres, da Fazenda Mariglória, em Itajuípe, ficou em terceiro lugar.

Outra categoria onde a Bahia recebeu prêmio foi a blend, com a terceira colocação para Alexandre Buhr Magalhães, da Fazenda Ouro Verde, em Maraú. “Uma fazenda é uma empresa, precisa lucrar. E, pra isso, é preciso mudar o formato de plantio, manejo e comercialização. Eu tento cada vez mais trazer os funcionários para esse novo mundo”, comenta Alexandre, que celebra o prêmio e as possibilidades comerciais que ele pode trazer.

Revelação

Destaque na premiação desta segunda edição do Concurso Nacional de Cacau Especial foi o Espírito Santo, que levou o primeiro lugar nas categorias varietal e blend. Para Fernando Bufon, primeiro colocado com um lote de blend do Sítio Dona Nina, em Linhares, os cacauicultores do Estado vêm se empenhando mais em agregar valor ao cacau. “Precisamos buscar outros mercados, como o do cacau fino. O prêmio vai valorizar o meu produto perante aos clientes que já possuo e também mostrará a qualidade do meu trabalho para futuros interessados”, revela o produtor capixaba.

O Pará, que já vem se sobressaindo na produção nacional de cacau, foi o ganhador do prêmio na nova categoria experimental, que avaliou o cacau obtido a partir de processos de pós-colheita diferenciados e inovadores. Dona do Sítio Santo Onofre, em Medicilândia, Cristiane Ferreira busca maneiras de aperfeiçoar suas amêndoas desde o processo de colheita, passando por fermentação controlada e secagem cuidadosa. “Ao longo desses mais de 30 anos sempre buscamos inovar e nos diferenciar, pois o leque de possibilidades nessa área é muito grande. Ainda temos muito o que aprender, mas atribuo esse prêmio à nossa persistência e dedicação”, pontua a produtora paraense.

Neste ano, 63 produtores dos estados da Bahia, Pará e Espírito Santo se inscreveram no concurso e 27 foram selecionados para as últimas etapas de avaliação, que envolveram análise sensorial do líquor e degustação do chocolate. “Independentemente de quem ficou em primeiro, segundo ou terceiro lugar, todos os estados foram representados e premiados. São todos merecedores”, destaca Cristiano Villela, diretor científico do Centro de Inovação de Cacau (CIC) e presidente do Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial. Para a gerente do CIC e jurada técnica do concurso, Adriana Reis, não houve vencedores e sim premiados, pois as notas finais dos lotes ganhadores foram muito próximas. “Alguns não entraram na lista dos premiados por apenas um décimo”, comenta Adriana.

A maior parte da produção de cacau dos participantes do concurso vai para a venda em commodity, mas os produtores vêm investindo cada vez mais na produção de amêndoas especiais, que requerem maior cuidado no plantio, manejo, colheita, fermentação e armazenamento, e são vendidas no Brasil e exterior como cacau fino, com maior valor agregado, para a produção de chocolates de origem.

O II Concurso Nacional de Cacau Especial é uma iniciativa conjunta da cadeia de cacau, apoiada pela Barry Callebaut, Cargill, Dengo, FAEB/SENAR, Harald, Mondelez, Gencau (Theo) e executado pelo CIC em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC).

Confira o resultado do II Concurso Nacional de Cacau Especial:

Categoria Varietal

1 – Fazenda Guarani (ES): Ana Cláudia Milanez Rigoni – variedade SJ 02

2 – Fazenda Pequi (BA): José Luís Fagundes – variedade PH 16

3 – Fazenda Marigloria (BA): Gleibe Luís Torres Santos – variedade Parazinho

Categoria Blend

1 – Sítio Dona Nita (ES): Fernando Rigo Buffon

2 – Fazenda panorama (PA): Helton Gutzeit Calasans

3 – Fazenda ouro verde (BA): Alexandre Buhr Magalhães

Categoria Experimental

1 – Sítio Santo Onofre (PA): Cristiane Martins Ferreira – fermentação acelerada


Bahia e Angola trocam experiências sobre projetos de desenvolvimento rural em intercâmbio virtual

ReuniãoA Bahia apresentou o projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e Angola o Projeto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial (PDAC), do Ministério da Agricultura e Pescas (Minagrip).

O secretário de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes, destacou que o intercâmbio é para compartilhar experiências dos dois governos: “Nosso propósito é mostrar como os recursos aplicados pelo Banco Mundial estão sendo potencializados com as ações da secretaria, de geração de renda para os agricultores familiares e, também, na produção de alimentos”.

O secretário de Estado angolano para a Agricultura e Pecuária, João Cunha, falou sobre os desafios do setor agrícola de Angola: “Queremos beber um pouco da experiencia que a Bahia tem no setor da agricultura familiar para fortalecer nossas ações e nos ajudar a caminhar com mais certeza. Ainda trabalhamos com enxada, facão, com ferramentas de pouca rentabilidade e estamos trabalhando no sentindo de modernizar essa agricultura, nossa agricultura ainda não é competitiva e enfrentamos problemas com a industrialização. Mas queremos garantir que a maior parte dos produtos da cesta básica de Angola seja da agricultura familiar e aumentar a nossa produção tirando proveito das unidades trabalhadas, com vistas a termos ganhos substanciais”.

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Bahia Cacau é destaque no Rural Produtivo na TVE Bahia

bahia_cacau_semina_bemviver_2013_ssa_24_08_2019O  Programa Rural Produtivo deste sábado (22) traz a história do cacau e a primeira fábrica de chocolate da agricultura familiar do país. A atração semanal da TVE, que vai ao ar às 14h, com reapresentação na segunda-feira (24), às 6h30, e na quinta-feira (27), às 20h, vai falar também sobre um estudo do fruto que está sendo desenvolvido para auxiliar no enfrentamento da pandemia do Covid-19.

A agricultura familiar se destaca hoje na produção das amêndoas de cacau. No sul do Estado, o programa vai mostrar a história do fruto na Bahia, que garantiu lugar de destaque na economia brasileira para Ilhéus e outros municípios do Estado, e mostrar como cientistas baianos estão usando o cacau em estudos para criar medicamentos para o combate a Covid-19, seja na prevenção, no diagnóstico ou no desenvolvimento de remédios.


Chocolates da Bahia Cacau

A Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (COOPFESBA) gestora da marca Bahia Cacau, é um exemplo bem sucedido na produção de cacau de qualidade e chocolates de origem. Instalada às margens da Rodovia BR 415 (Ilhéus-Vitória da Conquista), a  Loja de Fábrica da Bahia Cacau, em Ibicaraí, oferece toda a produção de chocolates de origem (com variações entre 35% e 70% de teor de cacau, variedades como o  chocolate com pimenta, geléia de cacau e os Nibs que são uma dos carros chefes da Cooperativa.

 

Hoje a Bahia Cacau está presente em Salvador e várias cidades baianas, além São Paulo. Os chocolates também podem ser adquiridos através de compras online através da  plataforma Escoar e das redes sociais.

Recentemente a Bahia Cacau  foi contemplada com o novo selo de Identificação de Produtos da Agricultura Familiar (SIPAF). O projeto da Bahia Cacau  é realizado com o aporte financeiro da Secretaria de Desenvolvimento Rural-SDR do Governo da Bahia através da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional – CAR.

MANDIOCA

O programa apresenta também uma reportagem sobre a  mandioca, considerada o alimento do século XXI.De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), existem hoje mais de duas mil espécies de mandioca. A Bahia produz 358 mil toneladas da raiz e o Estado é o 10º maior produtor do país, com 90% da produção vinda da agricultura familiar. Na edição deste sábado, os alimentos produzidos a partir da mandioca, o seu valor nutricional e os negócios que são movimentados com a derivação do produto.

O Rural Produtivo é resultado de uma parceria da TVE com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e poderá ser assistido também através do site www.tve.ba.gov.br/tveonline, do Youtube.com/tvebahia e do Facebook.com/tvebahia.

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Programa ‘Rural Produtivo’
Sábado (22), às 14h. Horários alternativos: segundas-feiras, às 6h30, e quintas-feiras, às 20h
Onde: TVE, Youtube, Facebook e no www.tve.ba.gov.br/tveonline


Concurso premia melhor cacau do Brasil

cacau premioCom a queda nas vendas de cacau gerada pela pandemia, cacauicultores do Brasil têm na produção do cacau especial uma forma de diferenciação e superação da crise. Em sua segunda edição, o Concurso Nacional de Cacau Especial busca fortalecer a cacauicultura brasileira, valorizando e reconhecendo produtores que fazem um trabalho diferenciado, bem como incentivar a sustentabilidade em todo o processo produtivo.

“Estamos escrevendo uma nova história, reorganizando o setor e mudando o foco da produção de cacau no País. O produtor tem entendido que ele não precisa produzir apenas cacau commodity. O Brasil precisa virar essa página e passar a ser reconhecido também como produtor de cacau especial e fino”, destaca Cristiano Villela, diretor cientifico do Centro de Inovação de Cacau (CIC) e presidente do Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial.

Neste ano, 63 produtores de três estados brasileiros se inscreveram para concorrer aos prêmios, que serão divididos em três categorias: blend, varietal e experimental. Na categoria blend concorrem lotes de cacau onde não há seleção genética dos materiais durante o beneficiamento das amêndoas. Já na varietal, disputam as amêndoas de uma única variedade genética, normalmente responsáveis por preservar uma identidade marcante nos chocolates, por conta da homogeneidade dos lotes. Novidade nesta segunda edição do concurso é a categoria experimental, que vai premiar o cacau obtido de processos de pós-colheita diferenciados, como por exemplo métodos de fermentação inovadores.

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Cooperativas e associações iniciam uso do selo próprio da agricultura familiar da Bahia

Os produtos da agricultura familiar da Bahia contam com um selo próprio, o Selo de Identificação de Produtos da Agricultura Familiar (SIPAF Bahia). A certificação, além de identificar os produtos, oferece aos consumidores a garantia de um produto genuinamente originário da agricultura familiar. No total 214 produtos, de 14 cooperativas e associações baianas, já estão habilitados para o uso do selo em seus rótulos.

O SIPAF Bahia é concedido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e se consolida, também, como uma ferramenta importante para a geração de renda no campo, possibilitando o acesso de empreendimentos da agricultura familiachocolate-60_80gr e dos agricultores familiares ao mercado, de forma mais simplificada, oferecendo a oportunidade, aos consumidores, da aquisição de produtos que respeitam a sociobiodiversidade e que são típicos da Bahia.

Agricultores familiares e empreendimentos da agricultura familiar, que possuam a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP/Pronaf), podem se cadastrar e solicitar a concessão do Selo pelo sistema SIS-SIPAF, por meio do endereço eletrônico www.portalsdr.ba.gov.br/sipaf. A ferramenta vai possibilitar também o direcionamento dos potenciais clientes aos produtos disponibilizados no sistema.

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Comércio virtual e venda delivery de produtos da agricultura familiar é tema de debate em seminário

Comércio virtual e venda delivery de produtos da agricultura familiar é tema de debate em seminárioA 2ª edição do Seminário Virtual Parceria Mais Forte, Juntos para Alimentar a Bahia, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), trouxe, neste sábado (25), um painel sobre comércio virtual e vendas delivery de produtos da agricultura familiar. O intuito foi discutir as ferramentas digitais de comercialização dos produtos da agricultura familiar, do comportamento de compra do consumidor e dos potenciais e oportunidades de mercado e de negócios, no período de pandemia da Covid-19.

Com a pandemia do coronavírus, muitos segmentos que atuavam no modelo de varejo convencional precisaram se adaptar para buscar outras formas de viabilizarem seus negócios, por meio de plataformas de vendas digitais e a agricultura familiar também se adaptou à necessidade de comercializar seus produtos por meios digitais.

O diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, lembrou do Centro de Distribuição (CD) da Agricultura Familiar, localizado no bairro de Itapuã, na capital baiana, que integra a estratégia da SDR, por meio da CAR, de apoio à comercialização dos produtos da agricultura familiar. No espaço, encontram-se depósitos fechados de cooperativas baianas, para facilitar o escoamento da produção: “É um ponto de encontro entre as cooperativas e associações e o consumidor. Pretendemos criar dentro do CD um espaço para que esses empreendimentos de comércio virtual possam ter um local para recebimento deste produto”.

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Governo do Estado divulga resultado do edital voltado para segurança alimentar e nutricional de agricultores familiares

editalO Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (SDR), divulgou, nesta segunda-feira (20), o resultado do Edital Emergencial n° 015/2020 do Projeto Bahia Produtiva, voltado para Segurança Alimentar e Nutricional de agricultores familiares. O resultado está disponível no endereço eletrônico www.car.ba.gov.br.

No total, foram inscritas 702 Manifestações de Interesse (MI) de associações e cooperativas da agricultura familiar baiana e outras populações tradicionais, sendo selecionados 322 projetos. Por meio do edital, serão investidos R$ 15 milhões, em ações voltadas para a produção de alimentos como hortaliças, frutas, raízes, tubérculos e plantas alimentícias não convencionais (PANC). As organizações produtivas contempladas receberão investimento de até R$50 mil cada.

Com as ações do edital, o governo estadual busca melhorar as condições de vida da população beneficiária e contribuir para que a oferta de alimentos básicos e saudáveis seja mantida e diversificada para enfrentar os efeitos de redução dos cultivos desses alimentos, causados durante a pandemia do novo Coronavírus.


Coopfesba apoia agricultores familiares no acesso a crédito rural

Raimundo Silva, agricultor do município de Ibicaraí
Raimundo Silva, agricultor do município de Ibicaraí e tem o apoio da Coopfesba.

A Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (COOPFESBA) gestora da marca BAHIA CACAU e sediada o município de Ibicaraí no Sul da Bahia, está dando suporte aos agricultores para acesso a serviços financeiros de instituições bancárias.

Este mês de julho a cooperativa está assessorando dezenas de agricultores da região para viabilizarem o crédito do Pronaf Floresta. Os recursos do programa é destinado à agricultores familiares para investimentos em sistemas agroflorestais, exploração extrativista ecologicamente sustentável e para a realização do plano de manejo florestal.

Segundo Osaná Crisóstomo do Nascimento presidente da Coopfesba, os empreendimentos já foram beneficiados com a construção da casa de fermentação, estufas e cursos. Projeto realizado com o aporte financeiro da Secretaria de Desenvolvimento Rural-SDR do Governo da Bahia através da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional – CAR.

“Nosso esforço agora é para os agricultores consiga recursos do Pronaf Floresta para aplicarem em suas roças de cacau, aumente a produtividade, melhore a sua renda e ao mesmo tempo contribua na preservação do meio ambiente”, disse Osaná.