Planejamento e pesquisa ajudam microempresa a ter crédito na pandemia

1366843056670-microempresaUm dos principais gargalos para os negócios de pequeno porte durante a pandemia da covid-19 pode ser superado com planejamento e pesquisa. Com dificuldade de acesso ao crédito em bancos tradicionais, as micro e pequenas empresas devem avaliar a necessidade do crédito, traçar uma estratégia financeira e diversificar a procura para enfrentarem a crise.

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) constatou que 80% dos negócios de pequeno porte buscam crédito apenas nos cinco principais bancos do país. Ao limitarem a procura, as empresas deixam de consultar outras instituições, como as cerca de 900 cooperativas de crédito, 30 fintechs (espécie de banco digital) e 600 empresas simples de crédito existentes no país.

“As empresas sempre buscam serviço financeiro onde têm conta e esquecem que há outro universo que pode ser buscado, porque as empresas estão absolutamente o ignorando”, disse o coordenador de Inovações Financeiras no Sebrae Nacional, Adalberto Luiz, em transmissão ao vivo na página do órgão no Facebook.

No caso das fintechs, Adalberto Luiz observa que a empresa não precisa ter conta na instituição e pode contratar a operação de crédito e enviar os documentos totalmente por meios virtuais. Em relação às empresas simples de crédito, ele explica que são empresas comerciais que emprestam apenas recursos próprios, sem a possibilidade de captar depósitos e os emprestar a outros clientes, como fazem os bancos e sem apoio do Banco Central.

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Reivindicação de Jonathas Soares garante pavimentação do Cajueiro Velho

jontas_dep_alexO pré-candidato a vereador Jonathas Soares esteve com o deputado federal Alex Santana e recebeu a informação que o parlamentar estará atendendo a sua solicitação feita no ano de 2019 onde contemplará o município de Ibicaraí com R$ 400 mil para pavimentação de ruas do distrito do Cajueiro Velho.

O recurso é oriundo do orçamento da União, junto ao Ministério de Desenvolvimento Regional e para que chegue ao município, necessita que se conclua a proposta feita no Siconv e após, comunicar o gabinete do deputado.

A solicitação do recurso se junta ao custeio para a saúde de Ibicaraí de 2 milhões de reais que já foi realizada no ano de 2019 proveniente de indicação do mesmo deputado, o Pastor Alex Santana, se totalizando o valor de 2,4 milhões de reais indicados pelo parlamentar a pedido do seu grupo político na cidade.

O Pastor Valdelino Nascimento da mesma igreja do deputado e presidente do PDT em Ibicaraí, fez questão de destacar a posição do parlamentar que manteve Ibicaraí entre as cidades baianas que receberão emendas parlamentares e destaca o excelente trabalho do parlamentar na representatividade da comunidade evangélica no Congresso Nacional.

“Sabemos que as emendas estão sendo bastante disputadas, mas somos gratos pela manutenção do deputado em atender a mais um pedido nosso, tenho certeza que como contribuímos para a saúde do município no ano de 2019 em breve estaremos pavimentando essas ruas para garantir o desenvolvimento e, claro, a mudança de vida dos moradores de Ibicaraí” declarou o pré-candidato a vereador Jonathas Soares.


Consórcio Litoral Sul integra ao debate internacional sobre resíduos sólidos

Consórcio Litoral Sul integra ao debate internacional sobre resíduos sólidosDurante a cerimônia online, nesta sexta-feira, 3, para a assinatura do acordo de Cooperação Técnica entre a Rede Nacional de Consórcios Públicos do Brasil e a Associação para a Gestão de Resíduos Sólidos de Portugal, o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – Litoral Sul foi representado pelo secretário executivo, Luciano Veiga, que também preside o Conselho dos Secretários Executivo da Federação de Consórcios da Bahia – Fecbahia.

O Termo de Cooperação tem a finalidade de colaborar com os consórcios públicos, inclusive da Bahia, no planejamento, desenvolvimento e ações ligadas aos resíduos sólidos. A ideia é que a partir da observância sobre as práticas internacionais, bem como a ampliação do entendimento sobre os melhores modelos para desenvolver essas atividades de forma consorciada, venha atender as necessidades da região, em especial aos municípios que ainda possuem uma grande quantidade de lixões.

Para Luciano, é um grande passo porque a entidade ganha em conhecimento e começa a ter um lastro maior de visualização quanto as melhores práticas relacionadas a resíduos sólidos na Bahia, no Brasil e no mundo. “O Consórcio Litoral Sul passa a fazer parte desse debate, permitindo que ele tenha uma ampliação não só de conhecimento de informações, mas principalmente em relação a ter um envolvimento maior e melhor com as instituições internacionais que desenvolve essa atividade na Europa”.

Victor Ivo Borges, presidente da Rede Nacional de Consórcios Públicos destacou que esse acordo é de suma importância para o Brasil, tendo em vista que Portugal evoluiu muito nos últimos 10 anos na área de resíduos sólidos, reciclagem e a parte de organização dos municípios em consórcio. “É um caminho que nós podemos verificar e aprender com os países europeus, adaptando às condições do Brasil e aplicar no território nacional, visando ter um avanço nesse setor”.


Nota de esclarecimento da UniFTC

A faculdade UniFTC de Itabuna vem a público esclarecer que não são verdadeiras as informações sobre cortes no corpo docente. Ao contrário do que está sendo divulgado, nenhum professor foi desligado até o momento.

É sabido que, com a pandemia e as medidas restritivas de distanciamento social, foi necessário adequar as rotinas acadêmicas a uma nova realidade e, por isso, passamos a oferecer a modalidade de ensino remoto mediado por tecnologia de informação e comunicação. Neste cenário e frente à crescente inadimplência, dificuldade na captação de novos alunos e aumento da evasão, torna-se necessária a revisão das necessidades acadêmicas no que diz respeito ao quadro docente e infraestrutura para as atividades do próximo semestre.

Como é habitual em instituições de ensino superior, o corpo docente será readequado de acordo com a oferta de disciplina para o próximo semestre. Para tanto, visando preservar postos de trabalho, alguns professores receberam a proposta de suspensão temporária de seus contratos de trabalho. A medida é prevista em convenção coletiva e que resguarda o vínculo do professor com a instituição.

A intenção da iniciativa é que, assim que situação for normalizada, esses professores poderão ser convocados sem maiores entraves ou demoras burocráticas. Os professores em licença poderão continuar utilizando o plano de saúde oferecido pela Instituição, além de outros benefícios salvaguardados pela manutenção do vínculo empregatício.

Comprometida em seguir com a oferta de um Ensino Superior de qualidade, a Rede UniFTC informa que está seguindo todas as orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde para reiniciarmos o próximo semestre em agosto. Será mantida toda a estrutura do presencial, como feito neste primeiro semestre. Os professores licenciados serão substituídos por outros professores da Instituição que melhor se adaptaram a esse modelo de aulas em meio digital, sem que haja a necessidade de turmas híbridas e superlotadas como foi sugerido pela publicação.

Reforçamos nosso compromisso com a comunidade acadêmica, que envolve não só os nossos estudantes e suas carreiras, mas também todos os docentes e profissionais que trabalham nos setores administrativos das unidades. Contamos com a compreensão de todos para que possamos, juntos, atravessar esse momento tão desafiador.


Uesc vai lançar programa de retomada econômica da região

uesc_campusA Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc vai apresentar à comunidade regional, às 10 horas de terça-feira (7), o Programa de retomada econômica das regiões imediatas de Ilhéus-Itabuna, Camacan e Ipiaú, que recebeu o nome em tupi-guarani, Amana.

O programa tem o objetivo de contribuir com a retomada econômica das regiões imediatas Ilhéus-Itabuna, Ipiaú e Camacan, visando melhorar a tomada de decisões de agentes econômicos privados e públicos (pessoas físicas, gestores públicos municipais, empresas de pequeno porte, empreendedor individual, associações e cooperativas da economia popular e solidária).

O Amana é o resultado de um pedido do reitor da Uesc, professor Alessandro Fernandes de Santana, diante da crise socioeconômica em consequência da pandemia provocada pelo novo coronavírus, para que fosse elaborado, por meio da Assessoria de Planejamento – Asplan/Uesc, um programa capaz de ajudar a economia regional e recuperar a sua pujança.

De acordo com o professor Gustavo Joaquim Lisboa, gerente da Asplan, “a recuperação econômica da região, em consequência da pandemia pode demorar alguns anos. O primeiro passo diante dessa constatação, foi o alinhamento dos Departamentos da Universidade, que possuem aderência ao Programa. Dentre esses, os Departamentos de Ciências Econômicas, de Administração e Contabilidade e o Departamento de Ciências Jurídicas, pois possuem relação entre si com possibilidade de interdisciplinaridade. O Programa, que foi formatado para atender aos 43 municípios, reúne mais de 20 professores, mestres e doutores, além de dois técnicos administrativos e tem previsão de dois anos para sua execução, isso não impede a possibilidade da prorrogação, ou até mesmo torná-lo permanente”.

Os municípios de abrangência vinculados às ações do Programa são da região imediata de Ilhéus-Itabuna: Almadina, Aurelino Leal, Barro Preto, Buerarema, Coaraci, Firmino Alves, Floresta Azul, Ibicaraí, Ibicuí, Ibirapitanga, Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Itaju do Colônia, Itajuípe, Itapé, Itapitanga, Maraú, Santa Cruz da Vitória, São José da Vitória, Ubaitaba, Uruçuca; da região imediata de Camacan: Arataca, Camacan, Canavieiras, Jussari, Mascote, Pau Brasil, Santa Luzia e Una; da Região imediata de Ipiaú: Barra do Rocha, Dário Meira, Gandu, Gongogi, Ibirataia, Ipiaú, Itagibá, Itamari, Nova Ibiá, Piraí do Norte, Teolândia, Ubatã e Wenceslau Guimarães.

A população estimada para os municípios é superior a um milhão de habitantes, com um Produto Interno Bruto (PIB) em torno de R$13 bilhões de reais. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) médio regional apresenta-se baixo, com magnitude inferior a 0,6. A arrecadação pública, por sua vez, vem acumulando reduções significativas em todas as receitas, sobretudo as oriundas do ICMS e do FPM.

Amana

O nome do Programa, “Amana”, possui forte apelo regional. Em tupi-guarani, Amana significa chuva, que sempre foi fundamental para o crescimento da lavoura regional e sinônimo de prosperidade, sobretudo para os pequenos produtores e burareiros do sistema cabruca. A origem produtiva dessas regiões sempre esteve relacionada, em maior ou menor grau, às condições climáticas e pluviométricas.


Bahia é o segundo estado que mais investe em bolsas de pesquisa científica

adelia pinheiro 5Entre os anos de 2018 e 2019, a Bahia se consagrou como o segundo estado que mais concede bolsas para pesquisadores científicos com recursos próprios. A Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), disputa a primeira posição no ranking nacional.

Em 2018, foi a fundação que mais concedeu bolsas de estudo, já em 2019, ocupa o segundo lugar, atrás apenas da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp). Somente no ano passado, 2302 estudantes foram contemplados, segundo dados recentes divulgados pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

A lista se refere aos benefícios concedidos aos estudantes dos cursos de mestrado e doutorado que atuam no Brasil ou no exterior. O diretor da Fapesb, Márcio Costa, celebra os resultados que posicionam a Bahia em liderança nacional. “No total de 2018, foram 2282 bolsas concedidas. Foi o maior número de estudantes contemplados por uma FAP naquele ano. Por isso, temos muito orgulho de dar continuidade a este trabalho na Fapesb sempre com o objetivo de promover a ciência, apoiando nossos pesquisadores com o retorno em forma de benefícios à sociedade”, declarou.

De acordo com a secretária da Secti, Adélia Pinheiro, esses números demonstram o esforço do Governo do Estado em incentivar a pesquisa em toda a Bahia. “Cada pesquisa dessa que foi financiada pode ser a solução para diversos desafios que enfrentamos na sociedade. A Bahia possui um leque incrível de pesquisadores talentosos que precisam do nosso apoio para desenvolverem projetos que auxiliam na qualidade de vida da nossa população”, destacou, relembrando que foram pesquisadores baianos, com apoio da Fapesb, que primeiro identificaram o Zyka Vírus, além de ”sermos precursores em diversas áreas do conhecimento”.


Secretaria da Educação credita salários de servidores e professores

Secretaria da Educação credita salários de servidores e professoresA Secretaria Municipal da Educação de Itabuna (SME), pagou ontem (30) os salários dos seus cerca de 1.200 professores e quase 800 funcionários. Para a secretária municipal da Educação, Nilmecy Gonçalves, é inegável que a terrível crise provocada pelo COVID-19 tem trazido muitas incertezas e dificuldades para todos os municípios, haja vista que, com a redução nas arrecadações municipais, a principal receita dos municípios sustentada nos tributos sobre consumo (ICMS e ISS) vêm apresentando uma queda significativa.

“No que diz respeito ao FUNDEB, por exemplo, já sentimos uma queda no repasse de 19,10% em maio de 2020 em relação ao mesmo mês de 2019. Todavia, vale pontuar que o prefeito Fernando Gomes e sua equipe tem feito e refeito cálculos a fim de honrar com o compromisso dos salários em dia, preservando assim a vida financeira dos servidores municipais”, disse a secretária.

Com a chancela do Prefeito Fernando Oliveira Gomes, foram realizados os pagamentos das folhas líquidas do Fundo de Manutenção Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) e Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE – recursos próprios), que juntos somam o valor de R$ 5.499.314,65 e contemplam 1.951 profissionais.

É importante salientar que este é o 20º mês consecutivo que os salários dos profissionais da educação são pagos de maneira antecipada e dentro do próprio mês, conforme vem sendo determinado pelo prefeito.


Em Ilhéus, Rui faz última vistoria e entrega primeira ponte estaiada da Bahia

Conhecida pelas belas praias e pela tradição na produção de chocolates, Ilhéus agora pode ser reconhecida também como detentora da primeira ponte estaida da Bahia. Na manhã desta quarta-feira (1º), o governador Rui Costa foi ao município e fez uma última vistoria antes da abertura oficial da Ponte Ilhéus-Pontal, que recebeu cerca de R$100 milhões em investimentos e possui 533 metros de extensão. O trânsito no local será liberado ainda hoje.

ponte 3“Gostaria de registrar o reconhecimento pela dedicação dos trabalhadores nesta obra e também o trabalho realizado pelo então governador Jaques Wagner, que foi o responsável pelo início do projeto. Hoje, temos a satisfação de entregar a ponte concluída, um importante vetor de crescimento e que já figura como o novo cartão postal de Ihéus. A obra tem uma função muito importante não só para os moradores da cidade mas também para turistas que precisam ir para o litoral sul”, destacou o governador, revelando ainda que o nome oficial da estrutura, que será decidido pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), poderá ser Ponte Jorge Amado, em homenagem ao escritor baiano que nasceu na região.

Ponte Ilhéus-Pontal

ponte 4Além dos 533 metros de extensão, a ponte conta com 25 metros de largura e abrange um sistema viário com 2,7 quilômetros e acessos ao Centro e ao Litoral Sul, dotado de quatro pistas de rolamento para veículos, uma ciclofaixa e ainda faixa para pedestres.

Sobre o Rio Cachoeira, o equipamento vai fomentar o turismo na região sul e também melhorar a mobilidade de aproximadamente 511 mil pessoas que moram nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Una, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca. A abertura da ponte ainda vai viabilizar que a produção da região possa ser escoada para diferentes modais, a exemplo do Porto de Malhada e o futuro Porto Sul.

ponte 2A região contava com uma ponte antiga, construída nos anos 60, que será substituída por um equipamento arquitetônico que incorpora elementos de iluminação cênica e urbanismo, de acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), que foi o órgão responsável pela execução da obra. Além das áreas verdes, a urbanização da antiga ponte inclui quadras esportivas e parques infantis.

Para o titular da Seinfra, Marcus Cavalcanti, trata-se de” uma obra digna de uma cidade tida como uma das mais belas do Brasil, que precisava de uma ligação entre as partes Norte e Sul. É uma ponte belíssima, que ainda foi dotada de urbanização”.

Duplicação da BA-001

A construção da primeira ponte estaiada da Bahia levou à necessidade de restaurar e duplicar um trecho da BA-001, em Ilhéus, até o entroncamento da BR-251. O objetivo da intervenção foi dar mais fluidez ao fluxo de motoristas na rodovia. Os serviços seguem em andamento na Orla Sul da cidade e contam com recursos da ordem de R$ 11 milhões.

Outros investimentos

O governador Rui Costa aproveitou para destacar outras intervenções que já foram entregues e que ainda estão sendo realizadas pelo Governo do Estado na região. “Aqui em Ilhéus, construímos o Hospital Costa do Cacau, que contou com um investimento de mais de R$ 100 milhões, e estamos transformando o antigo Hospital Geral Luiz Viana Filho em uma maternidade de alta complexidade, com leitos de UTI. Ainda esta semana, serão publicadas as licitações para as obras da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Unidade Básica de Saúde (UBS). Investimentos que vão qualificar ainda mais a cidade como um pólo de saúde. Na área de saneamento, logo em breve, voltarei ao município para entregar a primeira etapa do esgotamento sanitário de Pontal, que contou com recursos da ordem de R$ 44 milhões. A segunda etapa será autorizada logo em seguida, com ordem de serviço no valor de R$ 17 milhões”, explicou. (Fotos: Mateus Pereira/GOVBA)


Falta um mês para o fim do prazo de inscrições para o Prêmio ANA 2020

Falta um mês para o fim do prazo de inscrições para o Prêmio ANA 2020, edição histórica que também celebra as duas décadas de atuação da Agência Nacional de Águas (ANA) em prol do desenvolvimento do Brasil. As boas práticas no uso da água e na divulgação sobre o tema podem ser inscritas até 31 de julho gratuitamente pelo hotsite www.ana.gov.br/premio. Os vencedores das oito categorias ganharão o exclusivo Troféu Prêmio ANA. Uma novidade dessa edição histórica é que os três finalistas de cada categoria poderão utilizar em seus materiais de divulgação o “Selo Prêmio ANA: Finalista” ou o “Selo Prêmio ANA: Vencedor”, conforme o resultado final do concurso.

A premiação é realizada pela Agência Nacional de Águas para reconhecer trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Segundo o regulamento do Prêmio ANA 2020, as oito categorias em disputa são: Governo; Empresas de Micro ou de Pequeno Porte; Empresas de Médio ou de Grande Porte; Educação; Pesquisa e Inovação Tecnológica; Organizações Civis; Comunicação; e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH).

Dentre as categorias, o Prêmio ANA 2020 teve algumas mudanças em relação à última edição, realizada em 2017. As três categorias segmentadas de imprensa (Impressos e Sites, Rádio e TV) foram agrupadas em Comunicação, que tem um formulário de inscrição específico. Além disso, os conteúdos e materiais jornalísticos precisam ter sido veiculados a partir de 1º de julho de 2017.

Já a categoria Ensino foi substituída por Educação, que agora aceita projetos e iniciativas de entidades de ensino não formal, como museus, centros culturais, de ciências, de educação ambiental, bibliotecas, jardins botânicos, zoológicos e planetários. Continuam podendo participar estudantes e profissionais de instituições de ensino médio e fundamental.


Entregadores de apps fazem greve nacional nesta quarta-feira

Como apps de entrega estão levando pequenos restaurantes à ...Da Agência Brasil

Os entregadores de aplicativos promovem uma greve nacional hoje (1º) por melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra os risco de infecção pelo novo coronavírus e mais transparência na dinâmica de funcionamento dos serviços e das formas de remuneração.

A paralisação foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James. Os organizadores argumentam que o movimento foi construído por meio da interlocução por grupos na internet, embora algumas entidades tenham se somado, como associações de entregadores e de motofrentistas.

Os entregadores cobram o aumento das taxas mínimas recebidas por cada corrida e o valor mínimo por quilômetro. Atualmente, eles são remunerados por corrida e pela distância percorrida, e por isso esses dois indicadores acabam definindo o pagamento por cada entrega.

Os trabalhadores reclamam dos baixos valores e da variação deles para baixo. “Tem dia que é R$ 1, tem dia que é R$ 0,50. O Ifood e outras empresas mandam notificação para os clientes falando que já pagam. Não é verdade”, reclama Simões, entregador do Rio de Janeiro e uma das pessoas que está contribuindo com a organização da greve.

Outra reivindicação é a mudança dos bloqueios dos trabalhadores, que consideram arbitrários. Eles criticam o fato de motoristas terem sua participação suspensa ou até mesmo cancelada a partir de critérios não claros e sem a possibilidade de apuração dos ocorridos e de direito de defesa dos envolvidos.

“Elas fazem um bloqueio injusto. Nós dependemos da plataforma pra trabalhar e para levar o sustento para casa. Eu e mais 40 motoboys fomos suspensos na Loggi. Paramos três dias pra reivindicar e, no segundo dia, nos bloquearam. Isso aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Ifood , você entrega o pedido, o cliente alega que não recebeu, o Ifood manda outro pedido e acaba bloqueando o entregador por 48 horas sem sequer ligar para o entregador”, exemplifica Alessandro Sorriso, da Associação dos Motoristas Entregadores do Distrito Federal.

Tanto em relação à remuneração quanto aos bloqueios, os entregadores questionam a falta de transparência das plataformas, que não deixam claras as formas de cálculo dos pagamentos e os critérios utilizados para a suspensão das contas dos trabalhadores.